Ajan aponta que transfixar capital do Semasa agrada Paço andreense

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O superintendente do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento
Ambiental de Santo André), Ajan Marques (SD), indicou em jornal
de circulação interna que transformar a autonomia em empresa de
capital descerrado é o protótipo que mais desperta interesse na cúpula
do governo do prefeito Paulo Serra (PSDB). No transmitido
direcionado a funcionários, o dirigente apontou que o Paço
simpatiza com essa proposta entre diversas alternativas
possíveis que passam hoje por estudo administrativo. “A que, em
princípio, agrada mais o governo municipal é a criação de uma
sociedade anônima, onde o Semasa preservaria a maioria das
ações para ter o comando da S/A.”

A mudança no protótipo é analisada tendo porquê principal objetivo
resolver o impasse da dívida bilionária da autonomia, que
possui passivo da ordem de R$ 3,4 bilhões, de congraçamento com
cálculo da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de
São Paulo). O Semasa, no entanto, diverge dos números
apresentados pela empresa paulista – informações extraoficiais
indicam que o totalidade chegaria a R$ 1,7 bilhão. De vestimenta, o que já
tornou-se precatórios atinge a margem de R$ 400 milhões. Os
débitos são referentes à diferença do valor pago pelo metro
cúponta da água no atacado em relação ao preço cobrado desde a
década de 1990.

A autonomia assinou em maio protocolo de intenções com a Sabesp
para elaborar avaliação que visa o equacionamento das relações
comerciais e das dívidas. O Semasa e a Prefeitura relataram que
“buscam o protótipo que mais é adequado às necessidades da
população”. Existe sinalização de que o estudo do Paço, com a
decisão sobre a fórmula a ser adotada, tende a permanecer pronto no
segundo semestre deste ano, uma vez que a estimativa é concluir
o levantamento em até seis meses. No jornal, Ajan fala que a
administração “não tem interesse nenhum que qualquer
funcionário perdida seus direitos e muito menos que o município
deixe de ter o padrão de qualidade do atendimento que sempre
teve”.

Análises preliminares – e extraoficiais – indicam que o Semasa
valeria, porquê patrimônio, em torno de R$ 3 bilhões. Paulo Serra
reconheceu que o governo considera essa possibilidade viável.
Segundo o tucano, tornar a autonomia empresa de capital descerrado
“é boa opção”. “Atualmente, 25% dos precatórios estão ligados à
gestão da água. Temos que resolver essa pressão. A cidade é a
terceira com maior débito no País. Agora, o quanto a Sabesp
declara é real? Estamos avaliando. Claro é que precisamos
restabelecer a capacidade de investimento do município”. Outras
propostas já foram apreciadas. O governo Carlos Grana (PT)
tentou, por exemplo, conceder secção dos serviços à Odebrecht
Ambiental.  

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