Apesar de adesão à base tucana, PPS ficará sem Pasta

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Em tratativa firmada na posse da comissão provisória do PPS de
Santo André, o prefeito eleito, Paulo Serra (PSDB), fechou
consonância com a cúpula da legenda e sinalizou que transfixará
participação na gestão tucana à a partir de janeiro, sem
confirmar espaço no primeiro escalão do Paço. Diante do ajuste,
a bancada do partido, composta por Fábio Lopes, agora
presidente da executiva municipal, e Rodolfo Donetti, ambos de
primeiro procuração, confirmou postura governista na Câmara.

Lopes havia indicado, anteriormente, interesse em imaginar com o
tucano, mas adiantou que, caso as conversas com o porvir
prefeito não avançassem, o partido iria seguir risco de
independência no Legislativo, apesar do pedestal da dupla no
segundo vez – prefeiturável do PPS, Raimundo Salles ficou na
quinta colocação na disputa e pediu desfiliação logo após o
resultado da lanço final do pleito. “Iremos participar do
governo (Paulo Serra). Vamos trabalhar juntos com a equipe e
definir juntos o espaço”, alegou Fábio Lopes.

A decisão deu-se com o aval do deputado federalista Alex Manente,
mandatário paulista do PPS. Na tempo derradeira do páreo em
Santo André, Paulo Serra rejeitou o pedestal de Salles, assim porquê
fez com o ex-prefeito Aidan Ravin (PSB), falando em ter auxílio
das pessoas de muito de cada partido, evitando carregar a
impopularidade dos então adversários eleitorais. Depois da
vitória sobre o atual prefeito Carlos Grana (PT), o tucano já
ampliou o leque de aliados na Mansão, garantindo, ao menos,
maioria simples para votação de projetos.

Paulo Serra considerou que o acerto é processo de construção,
sem perder de vista as propostas de novidade política e de enxugar
a máquina administrativa, bandeiras levantadas durante a
campanha. “Partido que tiver quadros com capacidade técnica
poderá imaginar (o governo). É consequência. Não será traição ao
que prometemos ao sufragista. Faremos composição para tirar o
nosso programa do papel. Teremos ainda a ajuda do PTB, PV, SD”,
elencou o tucano, sem dimensionar o tamanho que será facultado
ao PPS. “Terão espaço, dentro desta lógica. O que não pode é
desistir os ideais”, pontuou.  

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