Bancada do PT andreense racha em meio à polêmica com aliada de Paulo Serra

Bancada do PT andreense racha em meio à polêmica com aliada de Paulo Serra: Em meio a discussões sobre a confusão na Câmara e sobre a criação de uma CPI da Saúde, a bancada de vereadores do PT de Santo André está próxima de mais um racha.

Bancada do PT Andreense Racha em Meio à Polêmica com Aliada de Paulo Serra

No sábado, ao longo de reunião do diretório, o vereador Willians Bezerra teria sido cobrado pelo partido por conta da ação realizada no Legislativo durante reunião dos vereadores
com a secretária de Saúde, Ana Paula Peña Dias, que acabou com protestos e em agressão à titular da Pasta.

Willians foi o principal articulador da manifestação, chegando até a registrar um BO (Boletim de Ocorrência) por supostamente ter sido impedido no exercício da função.

Durante discussão no encontro, Willians alegou que a bancada não fornece suporte a ele em outras questões políticas. Neste momento, de convenção com presentes na reunião, Willians teria lido mensagens trocadas pelo celular com o vereador Luiz Alberto a saudação das assinaturas para o pedido de CPI.

A tensão se elevou e até o ex-secretário de Mobilidade Urbana, Obras e Serviços Públicos Carlos Sanches, o Carlão, teria saído
em resguardo de Willians.

Petistas Não veem Razões para Rombo

Outros petistas, reservadamente, admitem não ver razões para rombo de investigação contra a secretária. Até o momento, exclusivamente Willians, Sargento Lobo (SD) e Toninho de Jesus (PMN) assinaram o documento.

A manifestação da quinta-feira, na Câmara, que contou com murado de 40 pessoas, não foi questão fechada pelos cinco vereadores do PT, porquê admitiu o presidente municipal da , Zé Paulo Nogueira.

“A bancada não fechou questão na mobilização. Acabou sendo uma coisa da militância mesmo.”

Willians, por sua vez, acredita estar sendo mira de perseguição por segmento da gestão do prefeito Paulo Serra (PSDB).

“O governo montou uma rede para publicar inverdades sobre o que aconteceu. Não houve qualquer agressão, foi um debate incendido”, defendeu.

Para o vereador Eduardo Leite, a bancada só acertou posicionamento sobre a participação na reunião caso fosse ensejo ao público.

“Não houve conversa sobre a presença nessa atividade e eu conversei com alguns vereadores, que assim porquê eu, tinham dito que não viriam”, completou.