Cadê o moeda que estava cá?

200

No Brasil, a polêmica das contratações de servidores
comissionados em setores públicos sempre deu o que falar. Até o
Judiciário entrou na desavença para diminuir o número dessas
contratações, geralmente, sem caráter técnico, servindo exclusivamente
para apadroar partidos e apoiadores.
 

Em Ribeirão Pires não está sendo dissemelhante, o prefeito Kiko
Teixeira (PSB), desde que assumiu a Administração da Estância
autoriza extensa lista de servidores contratados sem concurso
público, os chamados “servidores de confiança”, são mais de 200
nomes, em seis meses de Governo.
 

Tidos porquê primordiais para o desenvolvimento de projetos e
ações da Administração, esses contratados, em sua grande
maioria exercem cargos com salários supra dos oferecidos aos
concursados.
 

A Prefeitura não divulga o número exato de comissionados, e nem
o dispêndio mensal gerado pelas contratações, mas, o impacto
financeiro é supino.
 

No contraponto do gasto público estão os problemas financeiros
da Administração da Estância, segundo o próprio prefeito Kiko
Teixeira, a queda na arrecadação inviabiliza o pagamento da
reposição salarial dos servidores e o pagamento do Piso
Pátrio dos Professores, deixando os trabalhadores com os
salários defasados.
 

Na tábua de prioridade do prefeito de Ribeirão Pires fica
simples que o servidor concursado não está no topo da lista. Os
louros ficam para os comissionados, pessoas que durante a
campanha eleitoral levaram o prefeito para dentro das casas de
parentes e amigos, anunciando um novo tempo, que parece ter
chegado exclusivamente para alguns, na avaliação do Governo, mais
competentes que outros. 

 

Cadê o moeda que estava cá?
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