Câmara vai ouvir secretários sobre projeto da Saúde em Sto.André

0
156

A Câmara de Santo André pretende invitar os secretários de
Finanças, José Grecco, e a titular da Saúde, Ana Paula Peña
Dias, para pedir explicações sobre o projeto que troca dívidas
por exames médicos. A expectativa é a de que os dois
secretários sejam ouvidos na semana que vem.

Uma das dúvidas apresentadas pelos vereadores diz saudação à
destinação dos recursos que serão obtidos com a proposta.
“Quero apresentar um questionamento sobre a possível perda de
recursos para a Educação, já que por lei toda a arrecadação
feita pelo Executivo deve destinar uma segmento para a área”,
apontou o parlamentar Eduardo Leite (PT), presidente da
Comissão de Justiça e Redação, que ainda não deu parecer sobre
o projeto.

Eduardo Leite acredita também que a iniciativa não pode percorrer
o risco de incentivar a inadimplência no município. “Já começou
a ocorrer um debate sobre projetos parecidos com leste para
áreas porquê Educação e Esportes e enxergo isso com preocupação.”

Para o líder de governo, Pedrinho Botaro (PSDB), a conversa com
os secretários mostra a disposição da administração em receber
contribuições ao texto original. “Queremos mais explicações
sobre a medida e por isso vamos debater e propor possíveis
emendas. O governo está desobstruído ao diálogo.”

Na visão do presidente da Câmara, Almir Cicote (PSB), apesar da
urgência desejada pelo Executivo, a tramitação da matéria está
dentro da normalidade. “O projeto é importante para a cidade,
mas temos que respeitar o trabalho das comissões, que vão dar o
parecer quando todas as dúvidas estiverem esclarecidas”,
afirmou.

Enviada no mês de fevereiro ao Legislativo, a proposta tem porquê
objetivo principal reduzir a fileira de consultas e exames no
município que chegam a 57,8 milénio e 60,8 milénio, respectivamente. A
previsão da gestão do prefeito Paulo Serra (PSDB) é indemnizar
R$ 50 milhões em dívidas que equipamentos de Saúde da rede
privada da cidade possuem com o município.

Se a medida for aprovada, a Prefeitura definirá porquê será feito
o atendimento nas instituições que aderirem à iniciativa. A
intenção é que os exames ocorram em horários alternativos, nos
moldes do programa Corujão da Saúde, em operação na Capital.

As entidades que se enquadrarem nos requisitos terão o prazo de
180 dias para aderirem ao edital de convocação. Possuirá ainda
uma comissão privativo para estudar as inscrições. 

Câmara vai ouvir secretários sobre projeto da Saúde em Sto.André
Avalie esta notícia