Centro Especializado em Reabilitação entra na reta final das obras

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Local terá equipe de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, acupuntura, psicologia, entre outras especialidades
Crédito: Ricardo Trida/PSA
As obras do futuro Centro Especializado em Reabilitação (CER) seguem para reta final. Batizado de Reabilita, o CER será o primeiro equipamento de referência para atendimento de pessoas com deficiência física, auditiva, visual e intelectual do ABC, localizado no bairro Campestre. As obras do equipamento haviam sido paralisadas em setembro de 2016 por falta de pagamento. Em junho do ano passado, após negociação com a empresa responsável pelas intervenções, a Prefeitura de Santo André conseguiu definir um plano de pagamento e hoje não há nenhuma pendência financeira com a empreiteira.Na manhã desta terça-feira (30), o prefeito Paulo Serra realizou vistoria no local. Para finalizar a parte estrutural, as equipes precisam ainda realizar pintura em algumas áreas, instalar pontos de logística e implantar o estacionamento do centro. Após esta fase, serão instalados os equipamentos e mobiliário, cuja compra está em processo de licitação. O valor do repasse do Ministério da Saúde para construção do centro é de R$ 5 milhões, já para aquisição de equipamentos R$ 1,5 milhão e para custeio mensal R$ 365 mil.O Centro Especializado em Reabilitação atenderá com uma equipe multidisciplinar e desenvolverá um trabalho integrado. Haverá equipe de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, acupuntura, psicologia, além de otorrinolaringologistas, oftalmologistas e neurologistas. A capacidade total de atendimento prevista para o equipamento será de 8.600 atendimentos/mês, sendo 5.000 para deficiência física, 2.000 intelectual, 1.500 auditiva e 100 visual, podendo aumentar caso haja pactuação com outros municípios para atender a demanda de toda a região.Atualmente, os atendimentos de reabilitação física e intelectual do município são realizados no Centro de Reabilitação Municipal (CREM), situado Parque Novo Oratório. No local, são acompanhados em média 350 pacientes e realizados 3.500 procedimentos por mês.Oficina ortopédica – No mesmo terreno, funcionará também a oficina ortopédica, que fará a confecção e dispensará as OPMs (Órteses, Próteses e Meios Auxiliares) de locomoção que forem prescritas pelos médicos, fisioterapeutas ou terapeutas ocupacionais, tais como cadeiras de rodas adaptadas, cadeiras para banho, bengalas, andadores, órteses de pés e mãos e coletes para desvios de coluna, entre outros. Os munícipes que hoje apresentam essa demanda são atendidos por meio da pactuação regional, que tem como referência o município de Ribeirão Pires.Para a construção do espaço onde funcionará a oficina, o governo federal repassou R$ 250 mil, além de R$ 343,5 mil para aquisição de equipamentos e R$ 54 mil para custeio mensal.

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