Confirmada 1ª morte por febre amarela na região

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A Prefeitura de Santo André confirmou na tarde desta
sexta-feira a primeira morte por febre amarela no município e,
consequentemente, no Grande ABC. Trata-se do óbito da
professora Thalita Beneduzi, 28 anos. A paciente faleceu ontem,
às 14h, no Hospital e Maternidade Brasil.

A Administração informou que a Gerência de Controle de Zoonoses
realizou bloqueio em nove quarteirões no entorno do sítio onde
a paciente residia, no bairro Silveira.

Thalita estava internada havia nove dias sob suspeita da
doença. A docente tinha viajado entre os dias 27 e 31 de
janeiro para Capitólio, em Minas Gerais. O corpo foi sepultado
hoje, às 14h, no Memorial Jardim Santo André.

Balanço – Até o momento, municípios do Grande
ABC confirmaram quatro casos de febre amarela.

Em Santo André, o caso é de um varão de 57 anos, morador do
bairro Cume de Santo André, que viajou para Santa Maria do
Suaçuí, em Minas Gerais. O paciente foi atendido na rede de
Saúde de São Paulo.

São Bernardo confirmou o registro de paciente infectado pelo
vírus transmitido por mosquitos Haemagogus e Sabethes, comuns
em áreas de mata. No entanto, trata-se de pessoa que mora em
Diadema e foi atendida pela rede de Saúde da cidade vizinha.

Os outros dois casos foram registrados em Diadema, um
jovem de 11 anos e um varão de 60, ambos casos
importados.

Há ainda ocorrências suspeitas em investigação, sendo duas em
Santo André, um em São Caetano, dois em Diadema e um em
Ribeirão Pires.

Nas últimas semanas, unidades de Saúde têm registrado fileira de
espera para tomar vacina contra a doença. A orientação
para se imunizar, todavia, ainda se restringe a pessoas que vão
viajar para locais de risco.
 

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