Cresce reclamação sobre iluminação em Ribeirão

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Bastou a Folha publicar
em sua última edição uma vez que principal reportagem, que cresce o
número de munícipes que reclamam do setor de iluminação pública
nas vias de Ribeirão Pires.
 

A principal reclamação continua sendo lâmpadas apagadas que
acabam por gerar insegurança aos munícipes.
 

Embora os moradores paguem mensalmente a Contribuição de
Iluminação Pública, a empresa responsável pelo serviço, o
consórcio Consladel/Jaw, que usa o nome fantasia de Ribeirão
Luz, não vem conseguindo atender as reivindicações.
 

Conforme determinação do contrato firmado entre a empresa e a
Prefeitura, o serviço tem de ser realizado em até 72 horas após
a exórdio do protocolo de atendimento.
 

Não é de hoje que a população de Ribeirão Pires passou a
utilizar as redes sociais para tornar público os problemas de
seus bairros.
 

Desde sexta-feira até ontem (fechamento desta edição), 12
pontos da cidade foram alvos de reclamações pela falta desse
serviço forçoso.
 

“Fui falar com um senhor da Eletropaulo para expressar que na rua
José Mortari (núcleo cumeeira), onde moro, estamos sem luz na rua
há mais de quatro meses. Ele me falou pra eu ir na Prefeitura e
se não fizerem zero, pra mim por na Justiça, pois na nossa
conta de luz vem cobrada a taxa de luz”, escreveu em rede
social Vanderléia Batista.
 

Em 2016 os valores da
Contribuição de Iluminação Pública (CIP) variou entre R$ 9,26,
com consumo de robustez a partir de 80 Kw/h (quilowatt-hora) a
R$18,60 em casos supra de 301 Kw/h. 
 

A variação da tábua também ocorre conforme o tipo de terrenos,
uma vez que terrenos vazios (sob valor de R$ 15,46), estabelecimentos
comerciais (R$ 35,35) e repartições públicas e prédios
industriais (R$ 76,38), entre outros. 
 

A Prefeitura justificou à época que o dispêndio com robustez em
Ribeirão Pires, em 2016, seria de R$ 11,3 milhões.
 

As reclamações de moradores em decorrência da falta de
iluminação pública vêm dos quatro cantos de Ribeirão Pires.
 

“Jardim Valentina sem luz”, escreveu uma moradora, denunciando
ainda que o problema se agrava, pois vizinhos relatam sobre um
varão estranho que circula pelos periferia e que pelas ruas
estarem escuras facilita a ação de marginais.
 

Na região do Parque Aliança, Vila Gomes e Jardim Guanabara o
problema também se arrasta. “Estamos no escuro! É um contraditório!”,
criticou moradora da região.
 

No Meio da cidade a falta do serviço também persiste,
moradores denunciam escuridão na rua atrás da estação
ferroviária e também na rua Miguel Prisco, que liga a região
mediano até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). “Tudo
sumido”, escreveu outro munícipe, complementando que a Estrada
da Colônia também está sem iluminação.
 

Na semana passada, problemas também foram apontados na rua
Olímpia Cata Preta, Domingos Zampol e demais regiões do núcleo
cumeeira.
 

“Cá na Matriz também está com alguns postes sem robustez e
nós, com lição, com susto de sermos roubados”, declarou outra
internauta.
 

A Ribeirão Luz, fruto do Consórcio Consladel/Jaw, é responsável
pela manutenção da rede pública de iluminação em Ribeirão
Pires. 
 

No início da semana, representantes da Prefeitura e da gestão
do contrato se encontraram para definir questões sobre o
concurso que envolve reparos na rede. A concessionária se
prontificou a atender as solicitações dos moradores.
 

Entre as questões abordadas em reunião, a Prefeitura questionou
sobre o serviço de atendimento telefônico oferecido pela
empresa e reservado em contrato. 
 

Para qualquer tipo de solicitação, a Ribeirão Luz
disponibilizou os números 4823-4442 ou 4826-5521, de segunda a
sexta-feira, das 8h às 17h.
 

Segundo a empresa, já existe um cronograma de reparos que é
organizado de consonância com os protocolos abertos por
munícipes.
 

Seguindo determinação do contrato, a manutenção deve ser
realizada em até 72 horas após exórdio de novo protocolo de
atendimento. 

Cresce reclamação sobre iluminação em Ribeirão
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