Cubana Ariadna Capiró volta para vivenda

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Muitas coisas refletem no desempenho de um desportista. O clima no
grupo de trabalho, as características da equipe, a forma porquê
ele é comandado e também a tranquilidade para realizar sua
função. É em procura de tudo isso que a cubana Ariadna Capiró, 34
anos, aceitou voltar ao basquete feminino de Santo André, onde
viveu, segundo ela mesmo, os três “melhores anos” da curso,
de 2010 até 2013.

“Estou voltando para vivenda.Mesmo depois que eu saí, mantive o
contato com o pessoal de Santo André e eles sabiam da minha
vontade de voltar porque os três anos que joguei cá foram os
melhores na curso. Primeiro, porque foi o time onde me senti
à vontade, que me ajudou a comparecer no basquete brasiliano. Foi
cá que consegui pôr em prática meu melhor basquete, isso é
revérbero da família que formamos. Desportista é assim, sai, vê outras
coisas, vive experiências, mas tem hora que queremos voltar
para onde sempre nos sentimos muito. Estou muito feliz de estar
voltando para a minha vivenda”, comentou.

Em Santo André, Ariadna, que tem na velocidade e na precisão do
lançadura as principais características, foi campeã Paulista,
dos Jogos Abertos e da Liga Vernáculo, competição na qual foi
cestinha e melhor jogadora. Segundo ela, o veste de estar em
lugar onde se sente muito faz a diferença em quadra.

“Cá tenho certeza que é um lugar onde tem pessoas que querem
meu muito, que vou me sentir à vontade para fazer meu trabalho.
Realmente é bom para mim, para minha família. Minha mãe ficou
muito feliz, porque ela sabe o carinho que tenho pela Arilza
(Coraça, supervisora) e Laís (Elena, ex-treinadora) e pela
cidade”, disse a cubana.

Mesmo passados quatro anos desde que deixou o time, Ariadna
pôde reencontrar velhas amigas neste retorno. “A Simone (pivô)
sou suspeita para falar, somos porquê irmãs. Uma das coisas que
devo a Santo André são as grandes amigas que consegui formar,
amizade que dura, estava longe, mas sempre mantive o contato.
Quando você está com amigos do lado tudo se torna mais fácil e
sei que vou ser feliz cá”, projetou a fileira.

Nascida em Havana, Ariadna saiu legalizada de Cuba para tentar
a sorte no Brasil. Antes de produzir raízes em Santo André passou
por Ourinhos, Catanduva e Marília. Nos últimos anos defendeu o
Americana e estava no Uninassau, do Recife. Muito fisicamente,
ela, que estuda Engenharia da Computação, não pensa em parar.
“É o corpo que dá a última termo. Me sinto com fôlego para
jogar, nunca tive lesões sérias e sempre me cuidei. Lógico que
não sou garotinha, mas estou motivada”, garante a maior
cestinha da história da Liga Vernáculo, com 2.303 pontos.

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