Festival de Inverno de Paranapiacaba termina com público recorde

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Nos dois finais de semana circularam
pela vila inglesa 40 milénio pessoas a mais do que o estimado
inicialmente pela Administração

Crédito: Alex Cavanha//PSA

A 17ª edição do Festival de Inverno de Paranapiacaba (FIP)
terminou neste domingo (30) com recorde de público, chegando a
80 milénio visitantes nos dois finais de semana do evento, 40 milénio a
mais do que o número estimado para levante ano. O FIP contou com
muita música, oficinas, artes cênicas, mostra de audiovisual,
dança e circo, além de feiras de artes e antiguidades, de
livros e de vinil e mostra fotográfica, lembrando que nesta
edição, a Administração priorizou a participação de artistas
locais.

“Nós mudamos o concepção do evento levante ano para que a própria
vila fosse a atração principal. Descentralizamos as
apresentações, valorizamos artistas locais e a resposta veio
com a adesão recorde de público. O evento esse ano só não será
melhor do que o do ano que vem”, explicou o prefeito Paulo
Serra, enquanto passeou pela Vila neste domingo, ao lado da
primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra.

No último dia de festival, a Street Blues Band abriu as
atrações musicais, percorrendo as principais ruas de
Paranapiacaba. Mas não foi somente o som que animou a tarde do
público, a Cia. dos Náufragos, que possui seis anos de
existência, comemorou um ano de trabalho da peça ‘A Ilhota
Desconhecida’, apresentando-a no palco da rua Fox.A atriz e
integrante da companhia, Cristiane Taguchi, de 29 anos, elogiou
o festival, do qual participa pela primeira vez. “Achávamos que
o público ia se concentrar somente no gramado, mas muita gente
nos cercou para observar. Foi uma surpresa quando nos
inscrevemos, pois eu acreditava que só havia atrações musicais.
Foi muito peculiar participar no dia do fecho”, comenta.

Na Livraria, a literatura andreense foi presenteada com o
lançamento do livro de suspense ‘Mistérios da Vila’, de Carol
London, fundamentado na cultura e lendas urbanas de Paranapiacaba. A
edição deste ano foi elogiada pelo operador de máquinas,
Marcelo Vieira, de 29 anos, que participou pela primeira vez do
festival, levado pela namorada Fernanda Ribeiro, de 30. “Com
certeza já está em nossa programação voltar no próximo ano”,
afirmou o morador de Jundiaí. Fernanda, que mora em Suzano, já
havia participado há muitos anos do evento. “Achei que está
muito melhor, com mais atrações. Valeu muito a pena”, elogia a
exegeta de polissonografia.

O fecho do festival ficou a função da Orquestra Sinfônica
de Santo André (OSSA), que se apresentou no Clube União Lyra
Serrano.

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