Fundo de Solidariedade de Santo André é reaberto com expectativa de expansão

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 Depois cinco anos, o Fundo Social de Solidariedade andreense voltou à ativa. Em cerimônia realizada ontem na Craisa (Companhia Regional de Provisão Integrado de Santo André), a Prefeitura de Santo André, por meio do Núcleo de Inovação Social, apresentou a novidade sede do equipamento. A expectativa é a de que o programa de capacitação, que atende em média 90 pessoas em seis cursos, possa ser ampliado.

“O intuito é a capacitação profissional para quem mais precisa de formação, serviço, e que consequentemente precisa gerar renda”, discursou a primeira-dama do município e presidente do Núcleo de Inovação Social, Ana Carolina Barreto Serra. Segundo ela, o programa é realizado em parceria com o governo do Estado. “Tanto em número de cursos quanto de pessoas atendidas (pretendemos ampliar), mas para isso, precisaremos de ainda mais espaço”, complementa. 

A expectativa inicial de reinauguração do equipamento era agosto. Porém, conforme Ana Carolina, a burocracia causada pela prospecção de locais possíveis para receberem o programa, porquê as unidades do Cras (Núcleo de Referência de Assistência Social) Alzira Franco e a situada no Núcleo da cidade, aliadas à exigência dos técnicos estaduais acabaram adiando a reabertura.

As atividades do Fundo Social de Solidariedade foram interrompidas na cidade em 2012, quando a portanto primeira-dama Denise Ravin deixou o posto de presidente do Núcleo de Inovação Social, posteriormente o seu marido, o ex-prefeito Aidan Ravin (PSB), perder o pleito municipal para Carlos Grana (PT). Entre os anos de 2013 e 2016, a portanto primeira-dama Fátima Grana atuou porquê secretária de Inclusão e Assistência social. 

MODALIDADES
De convénio com a primeira-dama andreense, a preferência das vagas para capacitação é para quem possui cadastro no Cras e, caso todas as chances não forem preenchidas, o restante das oportunidades é sincero ao público em universal. Dentre os cursos que serão oferecidos no lugar estão o de panificação artesanal, no qual o aluno acaba aprendendo a confeccionar pães, salgados e doces, além de assistente de cabeleireiro, maquiagem, golpe e costura, assistente de pedreiro, além da horto educativa, que visa levar a cultura de plantação de mudas até escolas do Ensino Fundamental. “Entregar o fundo faz secção do processo de recuperação da nossa cidade”, considera o prefeito Paulo Serra (PSDB). 

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