Moradores redobram zelo depois confirmação de morte

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 Após a confirmação da morte da professora Thalita
Beneduzi, 28 anos, na quinta-feira, por febre amarela,
moradores do bairro Silveira, em Santo André, afirmaram ontem
ter reduplicado os cuidados dentro de suas residências. A área
onde a docente residia passará nos próximos dias por um
bloqueio sanitário, segundo a administração municipal. O
procedimento preventivo consiste na aplicação de inseticida na
região por meio do processo divulgado uma vez que nebulização.

Embora já tenha tomado a vacina contra a febre amarela há dois
anos, quando fez uma viagem para Tocantins, a facilitar de
enfermagem Conceição Oliveira, 62, foi uma das moradoras do
bairro que ligou o sinal de alerta após o episódio. “Não
ficamos com tanto pavor, pois já fomos vacinados, mas assusta.
Isso não dá para negar”, relata.

Segundo Conceição, para evitar qualquer tipo de problemas, todo
zelo é pouco. “Cá em morada todas as vegetalidade são cuidadas,
balde de água não deixamos lhano. Tem que prevenir”, alerta.

A mesma situação é vista na morada do par Aparecida dos Santos,
69, e Leonildo Grine, 77. Ambos que já foram vacinados contra
febre amarela também relatam redobrar os cuidados contra da
doença. “A gente presta atenção nas notícias para conscientizar
a vizinhança também”, relata dona Aparecida.

Com a morte de Thalita, o Estado de São Paulo registra até o
momento oito óbitos por febre amarela silvestre. Até o momento
o Grande ABC registra a confirmação de cinco casos da doença e
investiga outros seis.

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