Movimento estudantil e reitoria seguem em impasse sobre ocupação

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Atualizada às 21h18
Alunos da FSA (Fundação Santo André) que reocuparam o prédio da Fafil (Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras) na terça-feira seguem dentro do edifício enquanto a reitoria e o movimento estudantil não chegam a um acordo. A principal reivindicação dos alunos é pelo fim do reajuste de 6,5% na mensalidade enquanto a Fundação afirma ser impossível conceder tal proposta.

As aulas no prédio seguem suspensas, assim como os serviços que ocorrem dentro da Fafil, como o uso do banco Santander. Por meio de nota, o movimento informou que “está aberto à negociação com a garantia da revogação do aumento”.
Os alunos pontuam que houve uma “traição” do Condir (Conselho Diretor) ao votar pela manutenção do aumento. A FSA afirmou, por sua vez, que a ocupação constitui-se no rompimento das negociações que estavam em andamento sobre as reivindicações dos estudantes. “Isso porque, em reunião do Condir, os Conselheiros cumpriram seu posicionamento colocado na Assembleia dos alunos (…) relativa ao reajuste da mensalidades.”
Após assembleia realizada na noite desta quinta-feira, os corpo estudantil emitiu nota explicando que ainda se encontra disposto a negociar suas reivindicações com a Pró-Reitoria.
A direção da Fundação foi procurada, mas até o fechamento desta reportagem não houve retorno.
Histórico
Na última quinta-feira, os universitários decidiram, em assembleia, ocupar o prédio da Fafil. Após reunião com a reitoria e nova discussão entre os alunos, o espaço foi desocupado e o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) foi realizado sem problemas.
O movimento reocupou o prédio na noite desta terça-feira, após reunião do Condir não decidir pelo fim do reajuste. (Com informações de Yara Ferraz) 

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