Munícipes pedem bancos e cobertura em pontos de ônibus

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 Em tempos de chuva, a melhor opção é sempre se proteger
da água. No entanto, não é isso que acontece com quem tem de
esperar por ônibus na Parque Vieira de Roble, no bairro
Santa Terezinha, em Santo André. Por não possuir bancos e
cobertura no lugar, é necessário permanecer em pé.

“Deveria ter um pedestal para permanecer cá, melhor do que se molhar.
Nascente ponto está difícil, estou com problema no joelho e com
dores. Permanecer em pé cansa”, reclama a aposentada Terezinha Maria
da Conceição Ferreira, 66 anos.

Um dos pontos da via que não têm o recurso é a paragem em frente
ao número 130, onde unicamente uma base de concreto que abriga
vegetal serve porquê assento. “Precisa (de cobertura), não unicamente
por conta da chuva, mas também pelo sol”, afirma a aposentada
Zuleica Barbosa, 64.

Quem às vezes ajuda os munícipes na chuva é o empresário Rafael
de Faria, 35, cuja loja de roupas fica em frente ao problema.
“Tem vezes que a gente tem de fechar a porta da frente, aí
chamamos as pessoas para entrar na loja. Os idosos são os que
sofrem mais porque ficam de pé e se molham.”

Por nota, a Prefeitura de Santo André afirmou que “realizará
vistoria técnica no lugar nos próximos dias, a qual contemplará
a análise da estrutura do espaço, muito porquê se há predomínio de
embarque ou desembarque de passageiros”.

Munícipes pedem bancos e cobertura em pontos de ônibus
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