Nomes dos novos pinguins da Sabina são escolhidos

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Crédito: PSA

Flor e Mendubi. Estes são os nomes escolhidos pelo público da
Sabina Escola Parque do Conhecimento para o par de
pinguins-de-magalhães nascido no final do ano pretérito no
pinguinário. Para batizar os novos moradores, foi realizada uma
votação por meio da internet, que começou no dia 8 de abril,
quando a Sabina foi reinaugurada depois de ter ficado três
meses fechada para reestruturação. Até o dia 25 de abril, Dia
Internacional do Pinguim, último dia para a participação, foram
contabilizados 4.170 votos.

O público pôde escolher entre três nomes femininos e três nomes
masculinos sugeridos por funcionários e parceiros da Sabina
Escola Parque do Conhecimento. OS nomes para os machos eram
Juanito, Mendubi e Sardinha, e para a fêmea as sugestões foram
Flor, Carol e Manjuba. Tanto a campeã Flor quanto o vencedor
Mendubi receberam murado de 44% do totalidade de votos.

Em dezembro de 2016 nasceram quatro pinguins na Sabina: três
machos e uma fêmea. Foi o ano com maior número de nascimentos
no pinguinário. “Isso é uma prova de que o nosso espaço oferece
uma qualidade de vida muito boa para os animais, significa que
estão muito muito adaptados”, explicou a bióloga Catherina
Bartalini. Ao todo, oito pinguins já nasceram no recinto da
Sabina, desde 2014. O espaço tem capacidade para 28 animais.

Os outros dois novos moradores do espaço tiveram seus nomes
escolhidos pelos veterinários e biólogos que cuidam dos
animais. São o Castanha e o Tibi. “Muitos nomes acabam surgindo
baseados na personalidade dos pingüins ou em características
físicas, porquê a Magali, que come muito, e o Zorro, que nasceu
com um tipo de máscara preta, muito marcada, em volta dos olhos”,
contou a bióloga.

COMO É – O pinguinário possui um tanque de água salgada com
capacidade para 110 milénio litros e 33 m² de segmento seca. O tanque
de água salgada conta com sistema de filtragem favorável para
a manutenção da qualidade da água e seus parâmetros
físico-químicos, necessários para a saúde dos animais, muito porquê
para a boa visualização pelos visitantes.

O lugar tem cenografia, que simula o envolvente oriundo da
Patagônia, lugar de origem dos pinguins, visando a criação de
um envolvente educativo e saudável para os animais.

Os visores são compostos por peças de vidro privativo que
permitem a perfeita visualização dos animais, sem comprometer a
área de fuga prevista pela legislação.

O espaço tem cobertura de vidro que permite a visualização dos
pinguins a partir do estacionamento e do primeiro caminhar do
prédio, e foi projetado seguindo a Instrução Normativa Ibama N°
4 de 2002.

ESPÉCIE – Os pinguins-de-magalhães (Spheniscus magellanicus)
são aves marinhas com o corpo apropriado para viverem na água.
Não voam, e têm suas asas modificadas em nadadeiras. São
animais com aproximadamente 70 cm de fundura e murado de 5 kg.
Apresentam uma plumagem preta no dorso e branca no ventre e
pescoço, muito distintas após a primeira troca de penas, que
ocorre quando eles completam um ano.

Esta espécie de pinguim vive em uma zona de clima temperado,
podendo suportar variações na temperatura do envolvente de 7 a 35
°C, sendo encontrada na Patagônia argentina e chilena, formando
grandes colônias, chamadas de “Pinguineiras”.

É uma espécie que possui dois períodos de vida distintos. Um
deles é a época reprodutiva nos meses de setembro a março, em
que se formam casais monogâmicos. A fêmea coloca dois ovos em
ninhos construídos em tocas ou aos pés das árvores, que são
chocados por 40 dias. O par divide o desvelo parental porquê a
incubação e os primeiros cuidados com os filhotes por
aproximadamente 2 meses. O outro período é a época não
reprodutiva, entre os meses de abril e setembro, quando os
pinguins passam a maior segmento do tempo na água, geralmente se
alimentando.

No período não reprodutivo, as aves saem em procura de comida
se aventurando por distâncias mais longas, podendo chegar ao
nosso litoral sudeste, buscando peixes, lulas e pequenos
crustáceos. Normalmente nadam em grupos de 20 ou mais
indivíduos. É nesta ocasião que eles são encontrados, muitas
vezes fracos, debilitados e necessitando de cuidados. Estes
animais são encaminhados a Centros de Reabilitação de Animais
Marinhos, e após estabilizados são levados para instituições
que possam utilizá-los porquê forma de Educação Ambiental e
pesquisa para melhor conhecimento da espécie.

SERVIÇO:
Sabina Escola Parque do Conhecimento
Endereço: Rua Juquiá, s/nº, Vila Eldízia (ingresso na fundura do
nº 135)
Horário: Sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 17h30. As
sessões do Planetário são às 11h e às 15h.
Ingressos: Grátis para alunos e professores das escolas
municipais de Santo André, para crianças menores de 5 anos e
pessoas com deficiência. Demais visitantes: R$ 20, com
meia-entrada para estudantes, professores, servidores públicos
andreenses, aposentados e idosos supra de 65 anos. Interessados
em testemunhar a uma das sessões do Planetário e Teatro Do dedo de
Santo André – Johannes Kepler pagam R$ 30, a inteira, com
recta a passeio por toda a Sabina.
Estacionamento: Gratuito, sujeito à disponibilidade de
vagas
Mais informações pelo telefone 4422-2000.

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