Paço entregará prédio da Sosp para sustar aluguéis

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O governo do prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), vai
entregar o prédio da antiga Sosp (Secretaria de Obras e
Serviços Públicos), na Rua Catequese, em área sublime da cidade,
para poupar gastos com aluguel. O Paço desembolsa hoje o
valor de R$ 199,37 milénio ao mês (sendo R$ 176,8 milénio relativo à
loração da unidade, mais R$ 22,5 milénio de condomínio) somente com
essa despesa específica do espaço – são R$ 2,39 milhões anuais.
O contrato vigente, assinado e estendido desde a gestão Aidan
Ravin (PSB), está prestes a se fechar e não será renovado.

A administração tucana confirmou que não possuirá prorrogação do
vínculo, pontuando que o prédio “obrigaçãoá ser esvaziado até o dia
15 de agosto”. Alegou que a medida integra pacote de choque de
gestão aplicado para redução de custeio da máquina – o
município arcava no início do exercício com montante de R$ 8,4
milhões em lorações de 54 imóveis, que alojam órgãos públicos
(totalidade de R$ 700 milénio mensais). O equipamento em questão abriga
atualmente as secretarias de Educação, Manutenção e Serviços
Urbanos, Mobilidade Urbana e SATrans, autonomia que gerencia o
transporte lugar. As Pastas, segundo a Prefeitura, serão
alocadas no Paço Municipal, nos prédios do Executivo e da
Cultura.

Com a ação, o Paço apontou que agora mantém aluguel de 46
imóveis, na quantia totalidade de R$ 535 milénio por mês, “diminuição
que representa economia de quase R$ 2 milhões por ano”. O
edifício na esquina da Rua Catequese com a Avenida Padre
Anchieta é totalmente ocupado pela Prefeitura, sendo 14 andares
direcionados para as salas das secretarias.

Até 2009, as Pastas de Obras e Serviços Públicos eram
acomodadas em prédio municipal, na Avenida Capitão Mário Toledo
de Camargo, na região da Vila Luzita. O espaço foi livre
na ocasião e doado ao governo do Estado para acoitar o AME
(Ambulatório Médico de Especialidades).

Antes da decisão de liberar o prédio da Sosp, o primeiro imóvel
livre pelo atual governo, em março, ficava na Praça do
Carmo e recebia a Ouvidoria do SUS (Sistema Único de Saúde),
escola da Saúde e comitê de pesquisa. Os órgãos foram
transferidos para espaço no Núcleo, onde fica a Pasta da Saúde.
A contenção com esse edifício se dará em R$ 186 milénio no ano.

No começo da gestão, Paulo Serra adiantou pretensão de zerar o
pagamento de loração de prédios. A lista de aluguéis inclui, no
entanto, convênios com cartórios e delegacias. À época, o
tucano sinalizou que existem equipamentos ociosos que podem ser
utilizados uma vez que selecção, elencando, por exemplo, o imóvel
da Rhodia, espaço embaixo do Estádio Bruno Daniel e prédios na
Rua Ilhéus (onde já foi o trânsito) e na Avenida Ramiro
Colleoni, além do Tersa (Terminal Rodoviário de Santo André).
 

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