Paço inicia visitas a casas de adotantes de animais

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A Prefeitura de Santo André iniciou trabalho de visitante às casas
de munícipes que adotaram cães e gatos em feiras promovidas
pela administração. A ação, de cunho educativo, tem uma vez que
objetivo principal observar a adaptação e as condições das
residências, assim uma vez que a relação do bicho com a família.

Segundo Ana Lúcia Ferreira Oliveira Meira, diretora do
Departamento de Vigilância à Saúde de Santo André, as visitas
vão ao encontro à posse responsável, ação que abordará os donos
de cães adotados do canil municipal (Rua Igarapava, 239, Vila
Valparaíso). “Fazemos orientação no dia da feira e depois
realizamos a visitante uma vez que ação educativa para verificar se está
havendo qualquer problema de adaptação na moradia, algumas vezes até
por ser a primeira adoção, por não ter tido contato antes com
outros animais”, explica.

Logo ao chegar na Vila Santa Tereza, sítio onde está a moradia do
munícipe Luiz Carlos Odorizzi, 64 anos, foi possível perceber a
dedicação à cadela Kiara, 3, que tem no espaço quina reservado
na garagem com diversos brinquedos, roupas, comida e fraldas. A
alegria trazida à família, principalmente à filha Athaly, 16,
começou no dia 23 de abril, data em que o jubilado conheceu a
sua novidade melhor amiga. “São eles que adotam a gente”,
considera.

O “excesso de juventude acumulada” junto à adoção foram fatores
que transformaram completamente a rotina da moradia para melhor.
Todas as manhãs e tardes a estirão de uma hora e meia é
regra. “Sofro muito de insônia, então, desço direto e ficamos
juntos porque ela está sempre disposta. Na hora em que chegamos
ela faz sarau. Foi uma das excelentes coisas que consegui fazer
na minha vida”, conta o morador a saudação de segmento da rotina.

Um passeio no término de semana com a filha Maria Eduarda, 10,
rendeu uma paixão à funcionária pública Raquel Daiana de
Moraes, 30. A curiosidade de ir até a feira de adoção fez o
paixão à cadela Nina ser à primeira vista. Após três semanas, a
família passa por adaptações. “Estou procurando roupinha porque
o pelo dela é pequeno e estamos improvisando edredom. Somos
apaixonados, ela fica no meu pescoço e no da minha filha. Ela é
muito carente, quando a gente chega ela pula para segurar e não
transpor de novo”, diz a moradora de Santo André, que fez a adoção
durante evento no Parque Medial.  

Paço inicia visitas a casas de adotantes de animais
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