Para ACISA, poder público precisa estar alinhado para a manutenção das empresas e empregos

Para ACISA, poder público precisa estar alinhado para a manutenção das empresas e empregos :

Para ACISA, poder público precisa estar alinhado para a manutenção das empresas e empregos


Data: 09/04/2021 16:26
/ Autor: Redação
/ Fonte: ACISA

Pedro Cia Junior, presidente da ACISA, cobra flexibilização das atividades econômicas

Crédito: Divulgação

A ACISA – Associação Comercial e Industrial de Santo André, cumprindo o seu papel de representante legal da classe empresarial, solicita atenção especial por parte do poder público e maior entendimento entre as esferas estadual, federal e municipal para que a economia não entre em colapso sem volta.

“Necessitamos urgentemente da flexibilização das atividades econômicas. Com total respeito às normas sanitárias, os pequenos empresários conseguem trabalhar e proporcionar total segurança aos seus clientes e colaboradores. Neste momento é preciso mais do que nunca que nossos gestores do Grande ABC tomem medidas uniformes e consensuadas, haja vista que não temos fronteiras na região”, destaca Pedro Cia Junior, presidente da ACISA.

Para ele, é necessário que os governos federal, estadual e municipal tenham um olhar diferenciado para os pequenos empreendedores, os quais contribuem diretamente para o desenvolvimento econômico e a geração de emprego e renda. As demissões em massa acarretam menor circulação de dinheiro na economia e aumento dos índices de pobreza e fome.

“Precisamos ainda de novas políticas de incentivos e uma importante medida no momento é agilizar a reedição da Medida Provisória 936 que permite a suspensão do contrato de trabalho e cortes nos salários como forma de garantir os empregos. Essa medida proporcionou bons resultados no passado e por que não aplica-la novamente agora? O empreendedor necessita de novas opções de crédito, com taxas justas e viáveis, além da suspensão imediata do aumento do ICMS e demais impostos durante os próximos meses, com posterior parcelamento e carência. Tudo isso sem contar maior celeridade na vacinação em massa para que a economia volte a girar”, acrescenta Pedro Cia Junior.

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