Parceria promove inclusão de deficientes e descoberta de novos talentos

Cidade Viva Santo André

Parceria promove inclusão de deficientes e descoberta de novos talentos
Crédito: Ricardo Trida/PSA
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Educação, firmaram uma inédita parceria que vai proporcionar a 70 alunos deficientes da rede municipal a possibilidade de participar do “Projeto de Formação de Esporte Paralímpico”. A iniciativa tem como objetivo identificar e formar os atletas paralímpicos do futuro. O termo de parceria foi assinado nesta segunda-feira (9), em cerimônia que contou com a presença do prefeito Paulo Serra e do presidente do CPB, Mizael Conrado de Oliveira, no Centro de Formação de Professores Clarice Lispector, na Vila Matarazzo.O CPB disponibilizou 70 vagas para alunos com deficiência treinarem no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Até o momento, 56 estudantes já aceitaram o convite e estão começando a participar dos treinos. Com transporte gratuito e lanche, além de uniforme específico para a prática esportiva, os estudantes com idade entre 10 e 17 anos, recebem acompanhamento especializado, que seleciona os melhores atletas para o aperfeiçoamento de suas aptidões.“Essa é uma parceria brilhante para a nossa cidade, pois vai possibilitar o acesso das crianças do município a um equipamento de primeiríssima qualidade e profissionais super capacitados para desenvolverem suas habilidades. O esporte tem a capacidade de transformar vidas permanentemente. E esse é um dos grandes poderes transformadores que o poder público possui: o de melhorar a qualidade de vida dessas pessoas’, frisou o prefeito Paulo Serra.De acordo com o presidente do CPB, Mizael Conrado de Oliveira, embora uma das principais missões do comitê seja detectar talentos e treinar atletas de alto rendimento, a principal meta é promover a inclusão da pessoa com deficiência dentro da sociedade. “Santo André sai na vanguarda, criando condições para que as crianças tenham acesso a atividades físicas no tempo certo, e isso faz toda a diferença no desenvolvimento motor, na cidadania e no resgate da auto-estima”, acrescentou.O projeto terá nove meses de duração, e nesse período os estudantes participarão de treino duas vezes por semana no Centro de Treinamento. Todos os alunos, de acordo com suas deficiências, farão a experimentação dos esportes paralímpicos oficializados para cada tipo de deficiência. As modalidades são: atletismo, bocha, goalball, judô, natação, tênis de mesa, vôlei sentado e futebol de 5.

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