Parque Escola ganha novos espaços pedagógicos

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Sala das Aves e da Árvore, Sala das Abelhas e Lar dos Anfíbios vão proporcionar aos estudantes contato com a parte prática
Crédito: Alex Cavanha/PSA
A Escola de Educação Ambiental Parque Tangará – Parque Escola, no bairro Valparaíso, ganhou nesta quinta-feira (10), três novos espaços pedagógicos para visitação de estudantes. A cerimônia de entrega oficial da Sala das Aves, que é conjugada à Sala da Árvore, a Sala das Abelhas e o Lar dos Anfíbios contou com a presença do prefeito Paulo Serra e da primeira-dama Ana Carolina Barreto Serra.“O dia de hoje é muito importante, pois marca a retomada de mais um símbolo da nossa cidade, de mais uma referência que é o Parque Escola e que, assim como ocorreu na Sabina, estava abandonado”, destacou o prefeito, que adiantou o plano de, em breve, entregar nova iluminação para trazer mais segurança ao local.Segundo a coordenadora de projetos educacionais do Parque Escola, Sílvia Morisco, todos esses espaços foram criados para proporcionar às crianças uma experiência diferente da vivenciada em sala de aula. “Na classe, o professor consegue passar toda a teoria para as crianças, mas quando chegam aqui, os alunos podem ter contato com a prática, fazer associações e aprender de forma lúdica. Isso faz toda a diferença no aprendizado”, destacou.De acordo com a bióloga Ariane Marcelino, devido à forma como as informações são apresentadas em ilustrações, fotos e objetos, muitas vezes as crianças já vão descobrindo as informações por associação, antes mesmo de o monitor começar a falar. Na Sala das Aves, por exemplo, o que mais surpreende as crianças são os ovos. “Aqui temos os quatro maiores ovos do mundo, que são do emu, da ema, do avestruz e do casuar, a ave mais perigosa do mundo. E elas ficam muito impressionadas com a diferença de tamanho, por exemplo, em comparação aos ovos da galinha”, contou.Na Sala das Abelhas, a atenção das crianças fica concentrada na televisão, que transmite ao vivo a movimentação das abelhas dentro de uma colméia localizada dentro da sala. As moradoras da colméia, que são de uma espécie nativa sem ferrão, a mandaçaia, entram e saem desta colméia por meio de um orifício na parede.Já o Lar dos Anfíbios fica ao ar livre. Segundo Sílvia Morisco, o espaço foi pensado para facilitar a explicação dos monitores e professores sobre como vivem e se reproduzem os anfíbios. Por isso o espaço tem um pequeno lago e muitas bromélias que retém água, necessária para a respiração dos sapos. “Eles precisam estar com a pele úmida”, explicou a bióloga Ariane Marcelino.Os novos espaços podem ser visitados por crianças de 4 a 10 anos da rede municipal de ensino de Santo André. A visita, no entanto, precisa ser agendada antecipadamente. Os professores podem direcionar suas visitas para uma só sala, ou fazer todo o circuito.

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