Paulo Serra anuncia que vai regelar 60% da peça orçamentária

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O prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), anunciou ontem
frigoríficação de 60% do Orçamento porquê desdobramento do pacote
de controle dos gastos, mediante a crise financeira do Paço. O
tucano alegou que o índice é necessário de subitâneo depois de
estudo indicar que estimativas de receita do governo desde
2014, apresentadas pela gestão Carlos Grana (PT), eram “peça de
ficção”. “Não correspondia com a veras. Isso vai vedar
sangramento. Atualmente, há hemorragia.”

Os valores do exercício vigente indicam arrecadação de R$ 2,428
bilhões de administração direta, o que, segundo o levantamento
da Prefeitura, chegará a R$ 1,814 bilhão, queda de 25%. Em
2016, a expectativa era de R$ 2,558 bilhões, mas o montante
finalizou em R$ 1,912 bilhão – também redução de um quarto do
projetado. O deficit anual ficou em R$ 137,4 milhões. Paulo
Serra sustentou contingenciar percentual não linear às
secretarias, trabalhando com “orçamento real”. Além da queda de
receita, o tucano afirma ter herdado R$ 308 milhões de sobras a
remunerar. “É resultado da irresponsabilidade.”

A gestão petista divulgou contingenciamento em todos os anos do
procuração, variando entre 30% e 50%. Para o tucano, os
procedimentos adotados pelo predecessor foram sem eficácia. “Não
causaram efeito prático. Santo André não está em sua
normalidade”. Por outro lado, Paulo Serra descartou que o
frigoríficação provoque impacto negativo às ações de governo.
“Não terá interrupção de serviços essenciais.”

FALTA D’ÁGUA
O tucano afirmou também, em evento no gabinete, que vai retomar
a partir de segunda-feira o diálogo com a Sabesp (Companhia de
Saneamento Básico do Estado de São Paulo), tendo porquê principal
foco fechar o problema que se arrasta de falta d’água. O
prefeito confirmou a agenda com Jerson Kelman, presidente da
companhia paulista, ao lado de Ajan Marques (SD) e Ricardo
Kondratovich, anunciados oficialmente porquê superintendente e
ajuntado do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de
Santo André), respectivamente.

“A prioridade é concluir com esse impasse de falta d’água em 30
dias”, prometeu Paulo, relembrando que a situação pautou a
campanha. Foram sugeridas nove medidas, entre elas combate às
ligações clandestinas, caça vazamentos de água e implantação de
hidrômetros em áreas antigas – hoje a perda gira em torno de
47%. “Não adianta aumentar o volume (repassado da Sabesp) se
não houver cá gestão. Essas ações minimizam (problema), mas
são complementares.” 

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