Polícia Militar garante realizar operações para sustar criminalidade em Santo André

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Polícia Militar garante realizar operações para sustar criminalidade em Santo André

No último dia 2, o empresário Alexandre Soares Afonso, 43 anos, foi morto depois ter o celular roubado quando andava com seu cachorro pela Vila Scapelli, em Santo André. No dia 11, o Quotidiano publicou reportagem sobre assaltos e furtos em bairros de Mauá e Santo André. E logo no dia seguinte (12), a Vila Humaitá, também em Santo André, virou fim devido os constantes assaltos. Questionada sobre os recorrentes casos de violência, a Polícia Militar garante que tem realizado operações específicas de patrulhamento, elaboradas de negócio com a natureza do transgressão, localidade e horários.
Sobre o caso do empresário morto na Rua Silvério, na Vila Scarpelli, o comando do 41º Batalhão classifica porquê um caso solitário, tendo em vista que, segundo testemunhas, os criminosos estavam drogados, muito alterados e acabaram se aproveitando da situação. A corporação ainda reforça que aquela região está sendo fim de operações e planos de ação específicos, além de intensificação diária de policiamento nos cartões de prioridade de patrulhamento das equipes de Rádio Ronda.
Porquê se trata de uma região de divisas – entre Santo André e São Bernardo – o lugar onde ocorreu a fatalidade com Afonso, a polícia justifica que criminosos de outras cidades acabam entrando na superfície de Santo André. Porquê maneira de coibir as ações, os policiais estão orientados a parar motocicletas com dois ocupantes que estiverem em atitudes suspeitas. As viaturas da Operação Dejem (Diária Próprio por Jornada Extraordinária de Trabalho da Polícia Militar) estão intensificando o patrulhamento preventivo.
Já na Vila Humaitá, onde seis assaltos aconteceram em 20 dias no quarteirão entre as ruas Francisco Otaviano e Campo Vergueiro, e no bairro Marajoara, o 41º Batalhão reforça que que são realizadas rondas pelas viaturas de radiopatrulhamento, que elaboram ordens de serviço para operações de bloqueio e saturação, sendo ainda empregado efetivo de outras companhias para intensificar o policiamento nos horários e locais de maior incidência. De criminal.
Vale lembrar que em junho, o comandante universal da Polícia Militar do Estado, coronel Marcelo Vieira Salles, admitiu que o número previsto para o policiamento no Grande ABC tem 11,2% de postos vagos. Atualmente o trabalho de Segurança nas sete cidades conta com 3.500 policiais na corporação. Faltam mais 392 agentes para atingir o percentual considerado ideial.
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