Prazo de suspensão da ciclofaixa de lazer vence e Paço não entrega estudo

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Suspensa pela Prefeitura de Santo André desde o dia 29 de
janeiro para revisão do projeto, a ciclofaixa de lazer que
opera aos domingos no município deve retornar ao seu
funcionamento normal somente em abril.

A promessa inicial era a de que o giro voltasse a operar em
período de até 60 dias, prazo leste que venceu na quarta-feira.
No entanto, segundo o prefeito Paulo Serra (PSDB), o
compromisso não será efetivado. “No momento, estamos acertando
os últimos detalhes do estudo cicloviário de Santo André. A
teoria é apresentar os resultados no aniversário da cidade, em
abril”, relata.

Implantada há dois anos, com dispêndio estimado à época em R$ 5
milhões, quando Paulo Serra era secretário de Mobilidade
Urbana, Obras e Serviços Públicos do governo Carlos Grana (PT),
a ciclofaixa de lazer vinha nos últimos meses apresentando
queda significativa de público.

Com 7,85 quilômetros de faixas destinadas para as bicicletas, a
estrutura apresentava média de 4.500 frequentadores por
domingo, número muito aquém dos 10 milénio ciclistas projetados
inicialmente.

Com objetivo de atrair maior público e baratear o dispêndio do
projeto, a Prefeitura tem realizado reuniões com representantes
da iniciativa privada que tenham interesse em patrocinar o
giro. Renovado em janeiro, o atual contrato com a empresa
World Center Comércio tem valor de R$ 2,8 milhões.

O Paço também empenha esforços para que o giro seja
confuso, com a possibilidade de chegar até bairros do 2º
Subdistrito ou mesmo para realizar a rota dos parques do
município.
 

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