Prefeitura andreense retoma obras paradas

Prefeitura andreense retoma obras paradas
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A Prefeitura de Santo André anunciou ontem a retomada das obras
do Cesa (Núcleo Educacional de Santo André) Jardim Irene e da
USF (Unidade de Saúde da Família) Jardim Cipreste. As
construções dos prédios, vizinhos, foram interrompidas pela
gestão anterior.

Em relação ao Cesa, as obras estavam em ritmo lento desde o ano
pretérito. O espaço, com capacidade para até 1.080 alunos, deve
permanecer pronto em dezembro deste ano. Já a previsão de entrega da
USF, cujas intervenções foram paralisadas em 2015, é em
janeiro.

No totalidade serão consumidos murado de R$ 5 milhões para a
inauguração dos locais. O valor inicial do Cesa é de R$ 13
milhões, ainda sendo necessários R$ 4 milhões de investimento.
Já em relação à unidade da Saúde, o prédio deve consumir R$ 200
milénio do município e murado de R$ 800 milénio de repasses federais.
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Conforme o prefeito Paulo Serra (PSDB), o intuito é iniciar o
próximo ano letivo no Cesa. “Isso cá era promessa muito
antiga, ainda da época (da gestão) do Celso Daniel (PT, morto
em 2002), em 2001. A obra começou em 2014, e porquê já estava
relativamente adiantada a deterioração e vamos recomeçar pelas
que estão mais adiantadas”, afirmou, explicando a retomada de
obras paralisadas na cidade.

A justificativa para o resgate de 15 obras na cidade é a
reclassificação financeira da Prefeitura, pela Caixa Econômica
Federalista. Conforme noticiado pelo Diário, ainda nesta semana, a
administração municipal passou da nota E para a C, o que
eliminou a premência de o governo federalista ser o fiador das
obras – as tratativas podem ser feitas diretamente com a Caixa.

“Uma vez que a gente conseguiu nestes seis meses melhorar a questão
das dívidas de limitado prazo, organizar, parcelar, ter reduções
de cargos e do custeio da própria máquina, fizemos com que a
nossa classificação subisse. Desde quinta-feira passada, Santo
André pode reativar os convênios sem passar pelo governo
federalista. Isso tem uma consequência imediata e positiva, que é a
retomada de tudo que estava parado, até mesmo obras novas, mas,
principalmente, as que já foram iniciadas”, explicou.

Segundo o dirigente do Executivo, a estimativa é que o montante,
que também deve contemplar creches e a UPA (Unidade de Pronto
Atendimento) Núcleo – leia mais informações aquém – custe em
torno de R$ 100 milhões. Um dos critérios para a retomada deve
ser o curso das obras, sendo as que estão mais adiantadas
serão primeiro.

O novo Cesa tem capacidade para atender a 480 crianças entre 4
e 5 anos e 600 com idade de 6 a 10. No totalidade, a cidade possui
11 Cesas, que são complexos educacionais que concentram Emeief
(Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental),
creche e núcleo comunitário, além de área de convivência com
jardins e quadra.

Uma das promessas da gestão é gerar o deficit de vagas em
creches da cidade, que atualmente é de 5.000 crianças, até
2022. “A gente já tem programadas 3.500 vagas por meio de
construções de unidades. As outras 1.500 queremos fazer por
meio de convênios. É uma marca ousada, mas a gente quer zerar a
demanda até 2022, para que não tenha nenhuma criança fora da
creche”, afirmou o prefeito.

A USF vai acoitar quatro equipes de Saúde da família que vão
atuar na região.

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