Programa andreense modernizará Saúde

Programa andreense modernizará Saúde
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A partir de terça-feira, sete dos 41 equipamentos de Saúde da
rede de Santo André serão fechados para obras de reestruturação
e outros dois manterão os atendimentos enquanto também passarem
por serviços similares. O anúncio de modernização das unidades,
conforme já havia sido avançado pelo Diário em maio, foi feito
ontem pelo prefeito Paulo Serra (PSDB), durante lançamento do
programa Qualisaúde. A escolha das unidades foi feita por meio
de pesquisa de avaliação desenvolvida com os usuários. “Será o
maior programa de qualificação e de modernização do sistema de
Saúde pública de Santo André. Vamos regenerar toda a rede”,
ressaltou.

Os pacientes dos sete locais que forem fechados serão
encaminhados para outras alternativas, ficando a situação da
seguinte forma: quem utiliza a UBS (Unidade Básica de Saúde)
Parque Novo Oratório irá para as unidades da ViIa Lucinda e do
Jardim Santo Alberto; do bairro Campestre para os postos da
Vila Palmares e do Meio; da Vila Humaitá para os do
Centreville e São Jorge; do Parque das Nações às unidades
Utinga e Moyses Fucs; do Bom Pastor para as dos bairros Paraíso
e Valparaíso; os da UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) Jardim
Santo André para o Pronto Atendimento da Vila Luzita; e os do
Meio de Especialidades III para o Meio de Especialidades I.

Segundo o superintendente do Executivo, algumas unidades serão reabertas
no primeiro semestre de 2018 e o restante, até o início de
2019. As duas UBSs que permanecerão em atendimento enquanto são
reformadas serão as dos bairros Jardim Irene e Utinga. Não foi
divulgado valor de investimento.

Outra ação que o programa envolve é a informatização da rede.
“Vamos colocar a Saúde na era do dedo, com prontuário e
agendamento eletrônicos. Vamos contratar e implementar o
sistema primeiramente em algumas unidades. A gente quer até o
termo do procuração (informatizar) toda a rede”, falou o prefeito.
Nesse processo está incluso o recadastramento de usuários, hoje
totalizado em 663,6 milénio pessoas. O objetivo é evitar
duplicidade de informações.

A informatização também passará pelos medicamentos, visando
controle de compra, estoque e distribuição. “Esperamos economia
de 30% do que a gente gasta com remédios”, disse a secretária
municipal de Saúde, Ana Paula Peña Dias. “A Saúde é o maior
duelo do nosso governo, mas com trabalho vamos conseguir dar
padrão de qualidade porquê nunca existiu”, garantiu Paulo
Serra.
 

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