‘Proibidões’: 7 apps polêmicos que foram barrados no iPhone e Android

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As lojas oficiais do iPhone e do Android possuem apps com conteúdos polêmicos, como apologia ao uso de drogas, erotismo e religião. A temática pode fazer com que um app seja retirado da App Store ou Google Play Store, como aconteceu recentemente com o Secret no Brasil. O programa de postagens anônimas foi retirado pela Apple após uma determinação judicial expedida no Espírito Santo.

Pode parecer que sim, mas o Secret não foi um caso isolado. Está curioso para conhecer outros programas um tanto quanto inusitados que foram removidos das lojas oficiais? Confira nesta lista especial de apps “proibidões”.

‘Proibidões’: 7 apps polêmicos que foram barrados no iPhone e Android
‘Proibidões’: 7 apps polêmicos que foram barrados no iPhone e Android
Google e Apple barram aplicativos polêmicos (Foto: Divulgação/Google)

iSnort

O aplicativo, que permitia ao usuário simular perfeitamente o uso de cocaína, foi removido da Google Play Store e nem chegou a ser disponibilizado na App Store. Entretanto, o programa ainda pode ser comprado no site oficial dos desenvolvedores.

‘Proibidões’: 7 apps polêmicos que foram barrados no iPhone e Android
‘Proibidões’: 7 apps polêmicos que foram barrados no iPhone e Android
iSnort é um aplicativo que faz apologia ao uso de cocaína (Foto: Divulgação/iSnort)

Confession

O programa possibilita a fiéis se confessar com os próprios smartphones e, em seguida, uma penitência é determinada pelo aplicativo. Como a Apple não permite apps de cunho religioso, o Confession foi removido da App Store, mas ainda pode ser encontrado na loja do Google.

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Confession permite que usuários se confessem com o prórpio smartphone (Foto: Divulgação/Confession)

Secret

O aplicativo fez sucesso em 2014. Ele permitia que segredos fossem revelados de forma anônima na web. Após queixas de cyberbullying e reprodução de conteúdo pornográfico, o programa foi proibido no Brasil.

‘Proibidões’: 7 apps polêmicos que foram barrados no iPhone e Android
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Secret: aplicativo polêmico foi proibido no Brasil (Foto: Anna Kellen Bull/TechTudo)

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Phone Story

O mini-jogo faz uma sátira pesada ao processo de produção de um smartphone. Entre as etapas, o jogador vai se deparar com a exploração infantil, os prejuízos causados ao meio ambiente e as condições de trabalho degradantes vividas pelos chineses.

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Phone Story faz uma crítica ao processo de produção dos smartphones (Foto: Divulgação/Phone Story)

Mesmo tendo sido aprovado inicialmente, o programa foi retirado da App Store alguns dias após a disponibilização para os usuários. Apesar disso, ele ainda pode ser comprado pelos donos de aparelhos Android.

Baby Shake

Assustador. Essa palavra define o aplicativo Baby Shaker. O jogo consiste em acalmar um bebê que aparece chorando na tela do smartphone. O problema? O objetivo do game é que a criança morra, pois só assim o choro é cessado. O app foi retirado de ambas as lojas.

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Baby Shaker é um app em que o jogador só vence quando consegue matar o bebê (Foto: Divulgação/Baby Shaker)

Um dos casos mais recentes de banimento de ambas as lojas, o aplicativo InstaAgent funcionava como um complemento ao Instagram. Ele prometia diversas atividades extras, entre elas mostrar quem visitou o seu perfil na rede social. Entretanto, a real intenção do app era roubar a senha e o login dos usuários. Ele foi imediatamente removido das duas lojas oficiais e, após o problema, o Instagram passou a não permitir que apps de terceiros tenham acesso à API da rede social.

I Am Rich

O aplicativo I Am Rich (“Eu sou rico” em tradução livre) tinha uma única função: exibir um rubi na tela do smartphone. O app não traria problema algum aos usuários, não fosse pelo preço: ele custava US$ 1 mil, cerca de R$ 3,8 mil em conversão direta. O aplicativo foi removido da App Store

iBoobs

Diversos aplicativos com teor erótico são enviados às lojas oficiais. O iBoobs é um deles. O programa exibe os seios de uma mulher que se movimentam na tela do smartphone, conforme o usuário mexe o celular. O jogo “engraçadinho” foi excluído da App Store em 2008, mas ainda pode ser encontrado em lojas alternativas de apps para Android.

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