Riscos à Saúde por Contato com Rejeito de Brumadinho

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Recomendação da Secretaria para que População não beba água e faça o evito de alimentos principalmente os que tiveram algum tipo de contato direto ou indireto com lama;

Bola fora da Vale

Empresa Vale contradiz e relata que Material não é Tóxico

Saúde de Minas Gerais

No estado de Minas Gerais, A Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) emitiu um alerta ao publico com foco na população prevendo novos possíveis casos de riscos à saúde apenas pelo contato com os rejeitos de mineração provenientes do rompimento da barragem da Vale ocorrido na última sexta-feira, 25 de janeiro de 2019. Nesta pasta informou que já recolheu amostras do material para verificar a presença de metais pesados e que monitora a situação dos bombeiros que atuam nas buscas pelas vítimas.

Empresa, Vale, em nota. Mineradora disse que o material não é tóxico.

Riscos à Saúde por Contato com Rejeito de Brumadinho

Na noite desta segunda-feira, 28 de Janeiro de 2019, a secretaria publicou uma nota com orientações para que a população não consuma alimentos que tiveram contato com a lama, inclusive embalados e enlatados, evitem contato com a água do Rio Paraopeba atingida pelos rejeitos, tanto para ingestão quanto para recreação, e que não pesquem nem consumam os peixes do rio. As informações foram reproduzidas nas redes sociais.

Saúde de MG emite alerta sobre riscos à saúde por contato com rejeito de Brumadinho

A pasta orienta ainda que, caso apresente sintomas como: vômitos, coceira, tontura, diarreia, a pessoa deve procurar a unidade de saúde mais próxima e informar sobre o contato com o material.

“Sabe-se que esse material pode trazer complicações alérgicas, respiratórias e outros tipos de problemas, inclusive alterações e distúrbios mentais, por serem metais pesados. Em Mariana, os dois compostos (predominantes) eram o arsênio e níquel. Agora, coletamos mais de 40 amostras de água e de lama para ver qual é o composto prioritário e prever o que pode acontecer do ponto de vista de saúde”, explica Bernardo Ramos, assessor estratégico da SES-MG. Segundo ele, a medida é preventiva.

A Vale informou que a substância não é tóxica. “O rejeito é formado por sílica, ou seja, basicamente terra, portanto não é tóxico, afirmou, em nota.

Ramos diz que, nesta segunda, teve início um trabalho nas comunidades ribeirinhas da região sífilis não coça só para oferecer informações sobre os riscos de contaminação, mas para verificar as condições de saúde da população.