Santander gerenciará folha da Câmara de Sto.André

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A Câmara de Santo André firmou contrato com o banco Santander
pelo valor de R$ 267,6 milénio para o processamento e gerenciamento
da folha de pagamento do Legislativo. O concordância tem prazo de 60
meses e a expectativa da Morada é que até outubro a troca da
instituição financeira seja concluída – atualmente o serviço é
prestado pelo Banco do Brasil.

Para o presidente do Legislativo, o vereador Almir Cicote
(PSB), a mudança traz vantagens financeiras para o município.
“Ficamos surpresos e satisfeitos. É um benefício grande quando
comparado com São Bernardo, que fechou concordância semelhante pelo
valor de R$ 158 milénio, por exemplo. No padrão que acertamos, a
Câmara terá também um posto de atendimento bancário, para uso
dos servidores e dos vereadores”, relatou. O socialista ainda
analisa onde o verba será empregado.

A alteração no gerenciamento das contas dos funcionários do
Legislativo andreense resolve por tábua outro problema que
vinha se arrastando nos últimos anos. O concordância com o Banco do
Brasil havia terminado em 2014 e desde o ano anterior os
ex-presidentes da Morada Donizeti Pereira (PV) e Ronaldo de
Castro (PRB) abriram licitações que terminaram sem qualquer
instituição financeira interessada.

Na visão de Cicote, isso ocorria devido à baixa atratividade do
serviço. “Os bancos têm interesse maior em permanecer com a conta da
Câmara, mas, por determinação do TCE (Tribunal de Contas do
Estado), é obrigatório contratar um banco público e o maior
valor financeiro é a gestão das finanças da Morada (o que envolve
aplicações financeiras, por exemplo). Mas o Santander adotou
esta estratégia (de gerenciar a folha de pagamento do
Legislativo) e estão fazendo em várias cidades, já ganharam em
São Bernardo e estão chegando às outras Câmaras para lucrar
esse tipo de conta, é uma forma arrojada para lucrar esse
mercado”, completou o socialista.

Por outro lado, o vereador não acredita que o Legislativo possa
suportar punição pelo período em que ficou com contrato precário
com o Banco do Brasil. “Não deve ter contestação porque a
Câmara, por meio dos outros presidentes, já demonstrou boa
vontade de fazer a licitação, mas ninguém apareceu para fazer a
disputa. O TCE iria questionar se não tivesse ocorrido nenhum
processo neste período”, concluiu.

BRASÍLIA
Nesta semana, a Câmara Federalista concluiu a assinatura de
contrato para o gerenciamento da folha de pagamento dos
servidores. Caixa Econômica Federalista e Banco do Brasil dividirão
os serviços, que devem gerar receita imediata de R$ 70 milhões,
sendo que outros R$ 151 milhões obrigaçãoão ser arrecadados no
período de 60 meses 

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