Santo André tem melhor aterro público da região metropolitana

Santo André tem melhor aterro público da região metropolitana
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Nota de qualidade atribuída pela
Cetesb sobe no período de um ano e chega a 9,6

Crédito: Divulgação/PSA

O Aterro Sanitário de Santo André recebeu nota 9,6 da Cetesb
(Companhia Ambiental do Estado de São Paulo), de conformidade com o
último Inventário de Resíduos divulgado pela empresa. Segundo a
Cetesb, o IQR (Índice de Qualidade de Aterro de Resíduos) do
aterro municipal, que é dirigido pelo Semasa (Serviço
Municipal de Saneamento Ambiental de Santo de Santo André),
aumentou de 9,2 para 9,6 no período de um ano. É a melhor nota
que o aterro andreense recebe em toda sua história, sendo a
mais subida do ABC. Na Grande São Paulo, nenhum aterro público
tem nota superior – exclusivamente Guarulhos possui avaliação igual.

Localizado no bairro Cidade São Jorge, o Aterro Sanitário de
Santo André começou a operar em 1986. Atualmente, ele é um
multíplice de tratamento e destinação final de resíduos sólidos,
sendo o único no ABC a receber a totalidade de resíduos
domésticos gerados na cidade, o que hoje corresponde sobre
630 toneladas por dia.

No Aterro Sanitário, os resíduos sólidos são dispostos de forma
a ocupar a menor área e volume possíveis. Após, são cobertos
com uma classe de terreno. Todo oriente processo utiliza técnicas
que não causam danos ao meio envolvente e à saúde pública.

O trabalho, realizado pelo Semasa e monitorado pela Cetesb, é
orientado por normas técnicas específicas. O Semasa precisa
realizar, por exemplo, o monitoramento manente de 14 itens
dentro do multíplice do aterro, entre eles os de emissão de
gases, fauna, avifauna, vetores de doenças e água subterrâneas.

Fechamento e reabertura – Em 2010, porém, a área passou por
problemas e chegou a ser interditada por receber lixo além da
sua capacidade. Em 2013, a Cetesb autorizou o Semasa a dar
início às obras de ampliação do espaço, que só pode ser
reaberto em 2014. Graças à operação do aterro, Santo André
deixa de gastar muro de R$ 12 milhões por ano com o tramontana de
resíduos para aterros particulares.

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