Sto.André obtém R$ 5 mi para o parque tecnológico

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O primeiro passo para concretizar o parque tecnológico está
prestes a ser oferecido. De tratado com o prefeito Paulo Serra
(PSDB), o CMPU (Juízo Municipal de Políticas Urbanas)
andreense aprovou a liberação de verba da ordem de R$ 5
milhões, proveniente do Fundo Municipal de Desenvolvimento
Urbano, para a readequação do prédio da indústria química
Rhodia Têxtil, no bairro Bangu. “É o embrião do polo
tecnológico regional, o começo de tudo”, assinalou.

O anúncio foi feito durante visitante do ministro Marcos Pereira,
do MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e
Serviços), ao Consórcio Intermunicipal do Grande ABC.

O intuito é colocar as incubadoras, as startups e o Poupatempo
do Empreendedor no espaço, além de transferir a Secretaria de
Desenvolvimento Econômico e o CPETR (Núcleo Público de Ofício,
Trabalho e Renda), que atualmente estão no Paço. A previsão é
de que o prédio comece a operar “100%” unicamente no ano que vem.

O parque tecnológico de Santo André teve credenciamento
definitivo pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) junto ao
SPTec (Sistema Paulista de Parques Tecnológicos) em 2016. O
objetivo é desenvolver uma rede de instituições e equipamentos
públicos e privados, incluindo também iniciativas que já estão
em curso nas sete cidades ou vêm sendo mira de pesquisas nas
universidades. As discussões em torno do parque tecnológico
foram iniciadas ainda na gestão do ex-prefeito Aidan Ravin
(PSB), enquanto as tratativas só foram retomadas no procuração de
Carlos Grana (PT) em 2013. Na época, o projeto havia sido
engavetado por problemas burocráticos, porquê a não definição de
uma empresa contratada para elaboração do lugar.

“Com a liberação desse recurso, o prédio já entra em reforma.
Vamos colocar a licitação na rua o mais rápido possível para
poder tirar (a reforma) o quanto antes do papel”, afirmou Paulo
Serra.

Segundo o secretário-executivo do Consórcio Intermunicipal do
Grande ABC, Fabio Palacio (PR), a Fundíbuloção Certi, entidade
contratada para a elaboração do parque, concluiu o mapeamento
do ecossistema econômico da região em abril. Palacio disse que
o estudo levou em consideração entrevistas com os sete
secretários de Desenvolvimento Econômico da região, além de
consultas a instituições pertencentes ao setor privado. O
próximo passo é a definição do melhor padrão de trabalho de
governança para o polo.

“Quando se fala em um parque tecnológico, se pensa em lugar
pleno de prédios, um lugar com estrutura industrial
consolidada. Não é isso que vamos fazer, e não vai intercorrer do
dia para a noite, demanda tempo”, alertou o líder do executivo
andreense e também presidente da Agência de Desenvolvimento
Econômico do Grande ABC.

Em abril, Paulo Serra e Fabio Palacio foram saber parque
tecnológico em Santa Catarina que servirá de padrão para a
iniciativa de Santo André.
 

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