Sto.André suspende temporariamente negociações com Sabesp

Sto.André suspende temporariamente negociações com Sabesp
Avalie esta notícia

O governo do prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), formalizou ontem por ofício a suspensão provisória das negociações com a Sabesp (Companhia de Saneamento Fundamental do Estado de São Paulo) no que se refere às dívidas pendentes do Paço – a empresa paulista reivindica débitos de R$ 3,4 bilhões. As tratativas ficam paralisadas temporariamente, de convenção com a revelação, pelo período de 30 dias, aguardando a epílogo de estudo do patrimônio do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), em elaboração pela FGV (Instauração Getulio Vargas).
Essa interrupção foi estipulada sob o argumento de que no protocolo de intenções, assinado entre as partes, em maio, há prazo para atingir detalhes sobre o passivo até 30 de novembro. A autonomia municipal, no entanto, já sinalizou que a epílogo do contrato firmado com a FGV está prevista para a primeira quinzena de dezembro. Paulo Serra admitiu o pedido de dilatação do período. “Houve revelação da Prefeitura, por prudência, pedindo a suspensão do prazo. A proposta da Sabesp nos pareceu muito aquém da expectativa, a partir do que está sendo delicado da dívida e da operação (do Semasa), por isso o estudo vai nos dar base sólida, respaldada para a tomada de decisão”, alegou.

Com o enviado, de hoje até o término do próximo mês, o diálogo está travado, extrapolando o tempo do protocolo. Será retomado quando o estudo estiver em mãos.
O convenção solicitado pela Sabesp, segundo informações extraoficiais, envolve valor de investimento que gira em torno de R$ 1 bilhão, diluído em 30 anos, além de consternação do passivo. Esse montante, conforme as conversas, seria aplicado de forma integral na dimensão de saneamento. O Quotidiano apurou que o prazo de três décadas é considerado muito extenso pela cúpula do Paço, que tinha a expectativa de que houvesse antecipação de segmento da quantia prometida a título de ressarcimento. Além desse vista, a contrapartida somente em um setor também teria desagradado. O governo vislumbrava financiamento a intervenções em infraestrutura, uma vez que asfalto, por exemplo.
A Sabesp não teria sinalizado até o momento que possa flexibilizar nestes termos sugeridos para o acerto, o que causou certa frustração no Paço. Diante do cenário, as tratativas sobre o passivo – referente ao preço do metro cúbico da chuva por atacado – esfriaram. A companhia paulista, por sua vez, tem pressionado o governo a entrar em convenção. A gestão tucana analisa uma vez que uma das possibilidades furar o capital do Semasa, tornando-o de economia mista, concedendo segmento do serviço à empresa. No entanto, outra opção avaliada é firmar parceria com a iniciativa privada.
Questionada, a Sabesp não se posicionou sobre o matéria.
Atila prevê convenção com estatal paulista até o término do ano
O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), acredita que até o término do ano seja provável chegar a um convenção definitivo com a Sabesp (Companhia de Saneamento Fundamental do Estado de São Paulo) a saudação do pagamento da dívida, que chega à lar dos R$ 2 bilhões.
“Pela primeira vez na história Mauá apresentou uma proposta para termos investimentos, encerrarmos essa discussão da dívida e melhorar a exigência de vida do povo da cidade. Acredito que fechar essa romance é questão de pouco tempo. Acho que até o término do ano conseguiremos equacionar”, disse Atila.
No dia 6 de outubro, o prefeito encaminhou para Sabesp proposta para zerar o passivo, prometer investimentos na precária rede de distribuição de chuva na cidade e manter funcionários da Sama (Saneamento Fundamental do Município de Mauá). A teoria é fazer uma PPP (Parceria Público-Privada) com Prefeitura, Sabesp e iniciativa privada.  

DEIXE UMA RESPOSTA

Please enter your comment!
Please enter your name here