Sto.André suspende temporariamente negociações com Sabesp

Sto.André suspende temporariamente negociações com Sabesp: O Governo do prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), formalizou ontem por ofício a suspensão provisória das negociações com a Sabesp (Companhia de Saneamento Fundamental do Estado de São Paulo) no que se refere às dívidas pendentes do Paço.

Sto.André suspende temporariamente negociações com Sabesp: O Governo do prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), formalizou ontem por ofício a suspensão provisória das negociações com a Sabesp (Companhia de Saneamento Fundamental do Estado de São Paulo) no que se refere às dívidas pendentes do Paço.

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A empresa paulista reivindica débitos de R$ 3,4 bilhões. As tratativas ficam paralisadas temporariamente, de convenção com a revelação, pelo período de 30 dias, aguardando a epílogo de estudo do patrimônio do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André), em elaboração pela FGV (Instauração Getulio Vargas).

Essa interrupção foi estipulada sob o argumento de que no protocolo de intenções, assinado entre as partes, em maio, há prazo para atingir detalhes sobre o passivo até 30 de novembro.

Se preferir assistir ao vídeo da Cidade de Santo André, que fica localizada no Grande ABC Paulista na Grande São Paulo, diretamente no Youtube. Clique aqui.

A autonomia municipal, no entanto, já sinalizou que a epílogo do contrato firmado com a FGV está prevista para a primeira quinzena de dezembro. O Prefeito Paulo Serra admitiu o pedido de dilatação do período.

“Houve revelação da Prefeitura, por prudência, pedindo a suspensão do prazo. A proposta da Sabesp nos pareceu muito aquém da expectativa, a partir do que está sendo delicado da dívida e da operação (do Semasa), por isso o estudo vai nos dar base sólida, respaldada para a tomada de decisão”, alegou.

Término do próximo Mês

Com o enviado, de hoje até o término do próximo mês, o diálogo está travado, extrapolando o tempo do protocolo. Será retomado quando o estudo estiver em mãos.

A convenção solicitada pela Sabesp, segundo informações extraoficiais, envolve valor de investimento que gira em torno de R$ 1 bilhão, diluído em 30 anos, além de consternação do passivo. Esse montante, conforme as conversas, seria aplicado de forma integral na dimensão de saneamento.

O Quotidiano apurou que o prazo de três décadas é considerado muito extenso pela cúpula do Paço Municipal, que tinha a expectativa de que houvesse antecipação de segmento da quantia prometida a título de ressarcimento. Além desse vista, a contrapartida somente em um setor também teria desagradado.

Governo Vislumbrava

O governo vislumbrava financiamento a intervenções em infraestrutura, uma vez que asfalto, por exemplo.

20 Bairros de Santo André sem Água 2019 – Falta d’água – Assista no Youtube.

A Sabesp não teria sinalizado até o momento que possa flexibilizar nestes termos sugeridos para o acerto, o que causou certa frustração no Paço. Diante do cenário, as tratativas sobre o passivo – referente ao preço do metro cúbico da chuva por atacado – esfriaram.

A companhia paulista, por sua vez, tem pressionado o governo a entrar em convenção. A gestão tucana analisa uma vez que uma das possibilidades furar o capital do Semasa, tornando-o de economia mista, concedendo segmento do serviço à empresa. No entanto, outra opção avaliada é firmar parceria com a iniciativa privada.

Questionada, a Sabesp não se posicionou sobre o matéria. Atila prevê convenção com estatal paulista até o término do ano

O prefeito de Mauá, Atila Jacomussi (PSB), acredita que até o término do ano seja provável chegar a um convenção definitivo com a Sabesp (Companhia de Saneamento Fundamental do Estado de São Paulo) a saudação do pagamento da dívida, que chega à lar dos R$ 2 bilhões.

“Pela primeira vez na história Mauá apresentou uma proposta para termos investimentos, encerrarmos essa discussão da dívida e melhorar a exigência de vida do povo da cidade. Acredito que fechar essa romance é questão de pouco tempo. Acho que até o término do ano conseguiremos equacionar”, disse Atila.

No dia 6 de outubro, o prefeito encaminhou para Sabesp proposta para zerar o passivo, prometer investimentos na precária rede de distribuição de chuva na cidade e manter funcionários da Sama (Saneamento Fundamental do Município de Mauá).

A teoria é fazer uma PPP (Parceria Público-Privada) com Prefeitura, Sabesp e iniciativa privada.

OPINIÃO

Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interação de fatos e dados.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do ABCTudo/IT9.
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