Sucesso custa dispendioso na F1: Mercedes paga mais de R$ 17 milhões por letreiro

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O mês de janeiro é tradicionalmente marcado pelo acúmulo de contas. Na Fórmula 1 não é dissemelhante: é quando as equipes têm de remunerar suas salgadas taxas de letreiro para participar do campeonato seguinte. E até nisso a atual tricampeã Mercedes vem batendo um recorde detrás de outro.

A partir de 2013, as taxas de letreiro passaram a ser diferenciadas entre as equipes dependendo do número de pontos de cada uma delas no campeonato anterior. Todos os 11 times inscritos têm de remunerar o piso de 516 milénio dólares e mais 5.161 por cada ponto conquistado. A exceção é justamente o time vencedor, que paga 6.194 dólares por ponto.

Rascunho automático

Isso significa que o maior domínio dos últimos anos também quer expor que a Mercedes vai remunerar uma quantia recorde de 5,254 milhões de dólares (tapume de R$ 17 mi) pela letreiro de 2017, muito mais que os 2,931 milhões (aproximadamente R$ 9 mi) da segunda colocada, a Red Bull, que fez quase 300 pontos a menos.

A discrepância entre os valores da campeã e do segundo disposto também foi bastante marcante nos dois anos anteriores: pela letreiro de 2016, a Mercedes pagou 4,870 milhões, enquanto a Ferrari desembolsou 2,725 milhões. Para entrar no campeonato de 2015, a Mercedes pagou 4,858 mi, e a vice, Red Bull, 2,606 mi.

O resultado são quase 15 milhões de dólares, o equivalente a R$ 50 milhões, em taxas de letreiro pagas pela Mercedes desde que começou a dominar a Fórmula 1, no início de 2014.

Engana-se quem pensa, porém, que o valor é tão representativo assim para o time, que trabalha com um orçamento anual de 490 milhões de dólares. Contando unicamente a premiação pelo título e os demais bônus por estar no top 10 nos últimos três anos e por acordos bilaterais com os detentores dos direitos comerciais – o chamado pagamento por valor histórico – o time ganha tapume de 140 milhões de dólares ao ano.

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