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É sempre necessário investigar a causa de um desmaio? Que especialista procurar?

É sempre necessário investigar a causa de um desmaio? Que especialista procurar?

https://www.willianrezende.com.br/category/noticias/desmaios/ O desmaio em si não é uma doença, mas pode ser manifestação de inúmeras alterações orgânicas, tais como: 01) Doenças cardiovasculares: arritmias, distúrbios hemodinâmicos, paradas cardiorrespiratórias, porque comprometem o fluxo normal do sangue para os tecidos, em especial para o cérebro; 02) Distúrbios metabólicos: hipoglicemia (falta de açúcar no sangue causada por jejum prolongado ou diabetes descompensado), anemia intensa, hemorragias, desidratação e desequilíbrio na composição dos sais minerais da corrente sanguínea; 03) Uso de medicações: diversos medicamentos, entre eles os diuréticos, podem provocar desmaios, quando usados em doses mais altas; 04) Hipotensão ortostática: a queda brusca da pressão arterial provocada pela mudança repentina de posição (a pessoa estava sentada ou deitada e fica em pé de repente). A hipotensão ortostática frequentemente está associada à desidratação, ao uso de diuréticos a aos distúrbios cardiovasculares; 05) Outras causas: cansaço extremo, emoções súbita, nervosismo intenso, dores fortes e permanência prolongada em lugares fechados e quentes.
Todo idoso desenvolverá demência?

Todo idoso desenvolverá demência?

https://www.willianrezende.com.br/category/noticias/doenca-de-alzheimer/ https://www.willianrezende.com.br/category/noticias/demencias/ Enquanto a maioria das pessoas experimenta um declínio cognitivo gradual, à medida em que envelhecem (apenas um em 100 envelhece sem perda cognitiva), outros passam por mudanças mais radicais na sua função cognitiva. Segundo artigo publicado no The New England Journal of Medicine, o comprometimento cognitivo leve foi encontrado em 10-20% das pessoas com mais de 65 anos. Segundo Ronald Petersen, autor do artigo, há dois “subtipos” do transtorno cognitivo leve e cada uma destas condições têm trajetórias diferentes. O tipo mais comum está associado a problemas de memória significativos, e dentro de 5-10 anos, geralmente progride – mas nem sempre – para a doença de Alzheimer. Esquecimentos sutis, como o extravio de objetos e ter dificuldade para lembrar algumas palavras, podem afetar pessoas de idade avançada e provavelmente compõe um quadro normal de envelhecimento.
Como é feito o tratamento do paciente com AVC que ficou com sequelas neurológicas?

Como é feito o tratamento do paciente com AVC que ficou com sequelas neurológicas?

https://www.willianrezende.com.br/category/noticias/avc/ A maioria das pessoas que sobrevivem ao AVC tem alguma incapacidade pós-AVC. Embora a reabilitação não recupere os danos cerebrais, ela pode melhorar consideravelmente a capacidade funcional levando a uma melhor qualidade de vida. Pessoas que tiveram um AVC necessitam de acompanhamento a longo prazo e monitorização para garantir que elas tenham estratégias preventivas e controle adequado dos fatores de risco, além de terapia dirigida para otimização de suas atividades de vida diária, mobilidade, espasticidade, dor, continência, comunicação, humor e cognição.
Como diferenciar os sintomas do Alzheimer dos sintomas do envelhecimento?

Como diferenciar os sintomas do Alzheimer dos sintomas do envelhecimento?

https://www.willianrezende.com.br/category/noticias/doenca-de-alzheimer/ É comum que a perda de memória seja o primeiro sintoma a ser percebido, mas não necessariamente é o primeiro que se manifesta. Outros sintomas podem aparecer logo no início da doença como a instabilidade emocional, mudanças comportamentais, dificuldades de concentração ou motoras, e dificuldade de tomar decisões e de realizar tarefas que eram facilmente executadas anteriormente. Esses sintomas podem ser confundidos com estresse ou fadiga, o que pode dificultar sua identificação. Ao perceber mudanças e perdas, é importante que o paciente passe por uma avaliação médica com neurologista.
Como chegar ao diagnóstico do Parkinson?

Como chegar ao diagnóstico do Parkinson?

https://www.willianrezende.com.br/category/noticias/doenca-de-parkinson/ Como não existem exames específicos para detectar a Doença de Parkinson, o diagnóstico é feito com base no histórico médico do paciente, avaliação de sintomas, além de exames neurológicos e físicos. Também podem ser solicitados exames como eletroencefalograma, tomografia computadorizada, ressonância magnética, análise do líquido espinhal, entre outros, para descartar outras condições que possam estar causando os sintomas. O diagnóstico da Doença de Parkinson pode, às vezes, precisar de tempo para ser feito. É possível que o médico recomende consultas regulares com um neurologista para avaliar a condição e os sintomas do paciente durante um tempo para, só depois, fazer o diagnóstico.
Quais as causas para o aparecimento da Doença de Parkinson?

Quais as causas para o aparecimento da Doença de Parkinson?

https://www.willianrezende.com.br/category/noticias/doenca-de-parkinson/ A Doença de Parkinson é uma doença neurológica, crônica e progressiva, resultante da degeneração das células situadas em uma região do cérebro conhecida como substância negra. Elas são responsáveis pela produção de dopamina, um neurotransmissor que, entre outras funções, controla os movimentos. A causa exata do desgaste destas células do cérebro é desconhecida. A deficiência da dopamina provoca alterações funcionais em estruturas localizadas profundamente no cérebro, que estão envolvidas no controle dos movimentos, causando o aparecimento dos principais sinais e sintomas da doença, que são tremor, rigidez, bradicinesia (movimento lento) e alteração do equilíbrio. Este conjunto de sinais e sintomas neurológicos é chamado de síndrome parkinsoniana ou parkinsonismo. Embora em 70% dos casos a principal causa seja a própria doença de Parkinson, doenças diferentes e fatores muito diversos podem produzir a síndrome, como o uso de drogas para vertigens, tonturas e doenças psiquiátricas e alguns remédios para hipertensão. É importante identificar estes casos, pois os sintomas são potencialmente reversíveis com a interrupção dos medicamentos que os causaram.
Qual o tratamento mais indicado para a insônia hoje?

Qual o tratamento mais indicado para a insônia hoje?

https://www.willianrezende.com.br/category/noticias/disturbios-do-sono/ A insônia é um distúrbio persistente que prejudica a capacidade de uma pessoa adormecer ou, ainda, de permanecer dormindo durante toda a noite. Pessoas com insônia geralmente começam o dia já se sentindo cansadas, têm problemas de humor e falta de energia e têm o desempenho no trabalho ou nos estudos prejudicado por causa deste distúrbio. A qualidade de vida da pessoa, em geral, costuma ficar comprometida pela insônia. Uma mudança nos hábitos de sono e tratar as causas subjacentes da insônia, como condições médicas ou medicamentos, pode restaurar um padrão de sono saudável em muitos pacientes. Se essas medidas não funcionarem, o médico pode recomendar medicamentos para ajudar com o relaxamento e na readequação do sono.
É importante compartilhar a notícia do diagnóstico da esclerose múltipla?

É importante compartilhar a notícia do diagnóstico da esclerose múltipla?

https://www.willianrezende.com.br/category/noticias/esclerose-multipla/ Embora não exista a cura para a Esclerose Múltipla (EM) , há tratamentos que visam reduzir surtos e assim o acúmulo de incapacidade com o tempo. O importante no momento do diagnóstico é compreender e aceitar a nova condição. A definição da melhor terapia depende da forma de manifestação da EM. A indicação é feita pelo neurologista. Quanto antes iniciar o tratamento pode-se: ■ Reduzir a inflamação; ■ Reduzir a lesão do axônio; ■ Reduzir a exacerbação clínica; ■ Reduzir a progressão com o tempo. Além da medicação para a EM, existem medicamentos que buscam aliviar os sintomas como a dor, dormência, urgência urinaria, fadiga, entre outros. Cada sintoma deve ser discutido com o neurologista a fim de viabilizar a melhor conduta e orientação.
Quais são as principais comorbidades associadas à enxaqueca?

Quais são as principais comorbidades associadas à enxaqueca?

https://www.willianrezende.com.br/category/noticias/do-de-cabeca/ São comorbidades reconhecidas da enxaqueca: -Distúrbios psicológicos/psiquiátricos: depressão, ansiedade, síndrome do pânico, transtornos do humor, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), entre outras. -Distúrbios do sono: Insônia, sono não reparador, sonolência diurna, bruxismo, enurese noturna (o urinar na cama das crianças), sonambulismo. -Déficits cognitivos: dificuldades e concentração e memoria. -Tonturas de vários tipos: a grande maioria das pessoas saudáveis, com menos de 60 anos, que tem tonturas/vertigens em crises recorrentes, ou mesmo tontura continua, não tem labirintite. A tontura faz parte do quadro da enxaqueca. - Doenças gastrointestinais: Síndrome do intestino irritável, intestino preso crônico, diarreias frequentes, dores abdominais recorrentes. - Outras dores: Dores cervicais (no pescoço), dor lombar, dores musculares, tendinites, fibromialgia.
Quais são os fatores de risco para os AVCs?

Quais são os fatores de risco para os AVCs?

https://www.willianrezende.com.br/category/noticias/avc/ Fator de risco é aquele que pode facilitar a ocorrência de um AVC (derrame). O manejo adequado dos fatores de risco diminui a probabilidade de uma pessoa ter um AVC, aumentando o tempo e a qualidade de vida. Os principais fatores de risco para um AVC são: 01) Idade sexo; 02)História de doença vascular prévia; 03)Doenças do coração; 04)Tabagismo; 05) Hipertensão arterial; 06) Diabetes; 07) Sedentarismo; 08) Colesterol; 09)Álcool e drogas; 10) Anticoncepcional.

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