Vl.João Ramalho vive cenário de desabrigo

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A comunidade da Vila João Ramalho, em Santo André, pede solução
para problemas já antigos da quadra poliesportiva da EE
Waldomiro Guimarães, que tem secção do telhado faltando. Além
disso, os moradores denunciam o descarte irregular de lixo e
entulho nas proximidades da unidade de ensino. Apesar de
estação de coleta de lixo estar em rua ao lado, há pedaços de
guarda-roupa, garrafas, cobertores, partes de sofá e telhas no
lugar.

Em 2015, os alunos da EE Waldomiro Guimarães fizeram
subscrição pedindo a reforma e reabertura do espaço. A
quadra também conta com grades e traves enferrujadas.

A calçada da Estrada Cata Preta, onde fica a estação de coleta
de lixo, também é motivo de reclamação. O mato eminente esconde
cartelas de ovos vazias, garrafas e sacolas plásticas. Além
disso, quando pedestres descem do ônibus, são obrigados a
desviar dos problemas.

O Estado informou que engenheiros da FDE (Fundíbuloção para o
Desenvolvimento da Educação) fizeram vistoria na unidade de
ensino e obra de reparo no valor de R$ 150 milénio está em período de
contratação. Além disso, a poda do mato será providenciada na
próxima semana, conforme o governo.

A Prefeitura destacou que o ponto de descarte irregular é
cadastrado e monitorado pelo Semasa (Serviço Municipal de
Saneamento Ambiental de Santo André) e passa por limpeza duas
vezes por mês. Em relação ao mato eminente, disse que os bairros
serão contemplados com ações específicas de limpeza após a
finalização dos serviços nos parques.  

Vl.João Ramalho vive cenário de desabrigo
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