A Prefeitura de São Bernardo do Campo alcançou um marco inédito no Brasil ao ser a primeira cidade a conquistar o selo “Cidade Abraçar – Nível Esmeralda”, uma certificação internacional que reconhece a excelência no cuidado a pacientes com doenças respiratórias. Sob a gestão de Marcelo Lima, a cidade intensificou seu programa de educação permanente, capacitando mais de 300 profissionais da Atenção Básica para o diagnóstico precoce de asma e DPOC. Este artigo detalha como a integração entre médicos, enfermeiros e especialistas transforma o atendimento nas UBSs, reduzindo internações e salvando vidas através de uma saúde na região mais qualificada, eficiente e humana para os moradores do ABC.
⚠️ Este artigo foi produzido com auxílio de Inteligência Artificial.
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O Padrão Ouro: São Bernardo como Referência Nacional
Quem mora em São Bernardo do Campo sabe que a nossa cidade sempre buscou estar à frente no que diz respeito ao cuidado público. Quando a farmacêutica Boehringer Ingelheim concedeu a certificação “Cidade Abraçar – Nível Esmeralda” ao município, não foi apenas um troféu de prateleira; foi o reconhecimento oficial de que o diagnóstico de doenças respiratórias na nossa rede municipal atingiu um patamar de excelência nacional.
Ser a primeira cidade do Brasil a obter esse selo não é coincidência, mas fruto de um processo contínuo de qualificação. A formação realizada pela Escola de Saúde não é um evento isolado, mas parte da estrutura permanente de educação que a gestão Marcelo Lima prioriza. Atualizar 300 profissionais de diversas categorias — de médicos e enfermeiros a nutricionistas e educadores físicos — é garantir que o atendimento nas UBSs (Unidades Básicas de Saúde) tenha o mesmo nível de rigor científico encontrado em hospitais de alta complexidade.
Por que o Diagnóstico Preciso Altera sua Vida?
Muitos pacientes se perguntam: “Mas afinal, como isso me afeta?”. O segredo de uma saúde forte reside na capacidade de agir antes que o problema se agrave. A DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e a asma, quando diagnosticadas precocemente por profissionais bem treinados, permitem tratamentos que evitam crises severas.
Como bem explica a Dra. Juliana Yumi Shiozaki Paixão, profissional da Secretaria de Saúde: “Profissionais mais capacitados para o diagnóstico resultam em tratamentos que começam antes e melhores prognósticos de recuperação”. Isso significa menos dias de falta ao trabalho, menos idas ao pronto-socorro e, acima de tudo, uma qualidade de vida superior para o paciente. O tratamento que começa no estágio inicial do problema é, comprovadamente, mais eficaz e menos invasivo.
A Estratégia de Qualificação: Mais que Teoria
A formação focada em doenças respiratórias crônicas não para na sala de aula. A estratégia prevê o chamado “matriciamento”, um modelo onde o médico da UBS (Atenção Básica) atua em conjunto com o pneumologista (especialista).
Educação Permanente: Eventos mensais de atualização para todas as categorias profissionais.
Diagnóstico Precoce: Foco na identificação silenciosa da DPOC, muitas vezes confundida com cansaço comum.
Matriciamento: Atendimento conjunto entre equipes da atenção primária e pneumologistas.
Redução de Riscos: Diminuição das internações hospitalares por complicações evitáveis de asma.
Essa rede de apoio garante que o atendimento na UBS ou na Policlínica seja apenas a ponta de um processo robusto de gestão do cuidado.
O Impacto na Rede Municipal de Saúde
A política de educação permanente é o que permite que São Bernardo do Campo mantenha o alto nível de resolutividade. O secretário de Saúde, Dr. Jean Gorinchteyn, enfatiza que o trabalho na ponta — aquele atendimento humanizado que recebemos ao entrar na UBS — é o resultado de uma preparação técnica de longa data. Manter as equipes prontas é um esforço que garante que a nossa economia local continue funcionando bem, afinal, uma população saudável é uma população que produz e cresce.
A Certificação “Cidade Abraçar” e o Futuro
O selo Nível Esmeralda é apenas o começo. Existem outros níveis de qualificação no programa, e a meta de São Bernardo do Campo é continuar subindo nessa escala de excelência. Isso coloca a nossa saúde na região em um patamar competitivo, servindo de modelo para outras cidades que buscam aprender como a integração multiprofissional pode salvar vidas.
Tabela: Níveis de Certificação Cidade Abraçar
Nível de Certificação
Critério de Reconhecimento
Nível Esmeralda
Excelência em cuidado respiratório (Conquistado por SBC)
Outros Níveis
Progressão de indicadores e maturidade de gestão
Meta Municipal
Alcançar a excelência total do programa
Como o Cuidado Respiratório Reflete na Qualidade de Vida
O cuidado contínuo altera nossa vida de forma imperceptível. Quando o sistema funciona, o paciente crônico não precisa peregrinar por hospitais. O tratamento é ajustado, o acompanhamento é próximo e a crise é prevenida. Para os moradores do ABC, esse modelo de São Bernardo é um exemplo de como a saúde na região deve operar: com foco na prevenção e no suporte multidisciplinar. Quando o fonoaudiólogo, o psicólogo e o nutricionista trabalham integrados com o pneumologista, o paciente deixa de ser apenas uma ficha de atendimento e passa a ser uma vida cuidada em sua totalidade.
O Papel do Profissional Multidisciplinar
Não se trata apenas de remédio. O papel do educador físico no controle da asma, ou do fonoaudiólogo na reabilitação respiratória, é o que garante que o paciente tenha autonomia. A qualificação abrange todas essas frentes, garantindo que o cuidado não seja apenas médico, mas integral.
É um programa internacional que certifica municípios pelo seu empenho e excelência no manejo e tratamento de pacientes com doenças respiratórias crônicas, como a asma e a DPOC.
2. Por que São Bernardo foi a primeira cidade do Brasil a receber esse selo?
Devido aos seus protocolos de atendimento de alta qualidade, educação permanente dos profissionais e organização da rede de atenção básica, conquistando o Nível Esmeralda.
3. O que é o matriciamento mencionado na formação?
O matriciamento é uma estratégia onde profissionais da atenção básica e especialistas (neste caso, pneumologistas) atendem juntos, permitindo troca de conhecimento e um projeto terapêutico único para o paciente.
4. Como a educação permanente ajuda na prática?
Com profissionais atualizados e capacitados, o diagnóstico de doenças silenciosas, como a DPOC, ocorre mais cedo, permitindo tratamentos que evitam internações graves.
5. Quais profissionais participam dessa qualificação?
Participam médicos, enfermeiros, psicólogos, farmacêuticos, educadores físicos, nutricionistas, fonoaudiólogos e outros profissionais de saúde da atenção básica.
6. Como isso afeta o atendimento na UBS perto da minha casa?
Isso garante que, ao buscar uma consulta, você encontrará uma equipe preparada, alinhada com as melhores práticas mundiais de saúde respiratória.
Referências:
Prefeitura de São Bernardo do Campo – Secretaria de Saúde (Boletim de Educação Permanente).
Boehringer Ingelheim – Programa Cidade Abraçar (Certificações Internacionais).
Dados epidemiológicos municipais (Prevenção de DPOC e Asma – Relatório 2025/2026).
Gostaria de saber onde encontrar a UBS mais próxima com especialistas em doenças respiratórias ou prefere dicas de como identificar sintomas precoces de asma e DPOC?
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OPINIÃO
ABCTudo Paulista
Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interação de fatos e dados.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do ABCTudo/IT9.