CHOCANTE! O Que a Apple Copiou do Android (E Ninguém Te Conta)
Tempo estimado para leitura 7 minutos
• Atualizado em: 09 de novembro de 2025
Compartilhe: Este artigo mostra como o Android, lá atrás, foi o grande inovador em tecnologias que hoje parecem “invenção da Apple”. Vamos lembrar — com aquele olhar de quem já viu o nascimento do Orkut e do 3G — como o sistema do Google definiu o que hoje todo smartphone tem de essencial: widgets interativos, […]
Este artigo mostra como o Android, lá atrás, foi o grande inovador em tecnologias que hoje parecem “invenção da Apple”. Vamos lembrar — com aquele olhar de quem já viu o nascimento do Orkut e do 3G — como o sistema do Google definiu o que hoje todo smartphone tem de essencial: widgets interativos, biometria, carregamento rápido, biblioteca de apps, e mais.
E, claro, vamos discutir o que isso ensina sobre inovação, marketing e vaidade tecnológica — tema que mexe até com o morador mais tranquilo aqui do Grande ABC.
Pois é, meu caro…
Quando a gente pensa em tecnologia, parece que é sempre a Apple que inventa tudo. Mas, se você acompanha o mundo digital desde os tempos do Motorola V3 (como eu), sabe que o Android já vinha mostrando o caminho faz tempo.
Lá por 2011, enquanto a turma da maçã ainda se gabava de um design metálico e câmera de 8 MP, o pessoal do Google já brincava com biometria, widgets, e até carregamento rápido — conceitos que só anos depois chegaram aos iPhones com pompa de novidade.
E o curioso é que, enquanto a Apple sempre teve fama de “visionária”, foi o Android que ousou primeiro, testou, errou e acertou. O resultado? Hoje muita coisa que parece “padrão iPhone” nasceu no laboratório verde do robôzinho.
1️⃣ Widgets interativos — o charme que o Android já tinha
Quem viveu a era dos primeiros Galaxy e dos antigos Nexus lembra: os widgets eram a alma da personalização. Você podia encher a tela com calendário, player de música, relógio e até miniaturas de redes sociais.
Era uma revolução: o celular passava a ser uma extensão da rotina, com tudo ao alcance de um toque.
Enquanto isso, o iPhone vivia preso à sua grade de ícones — bonita, sim, mas engessada.
Foi só em 2020, com o iOS 14, que a Apple finalmente liberou widgets interativos. E ainda assim, limitados.
O Android, por outro lado, fazia isso desde 2008, no Android 1.0! Ou seja: mais de uma década de vantagem.
2️⃣ Biblioteca de aplicativos — o caos organizado que virou moda
Quem nunca perdeu tempo tentando achar um app no iPhone? Antes de 2020, tudo ficava na tela inicial. Era bagunça mesmo.
Enquanto isso, nós — usuários do Android — já tínhamos a gaveta de aplicativos há tempos.
Era simples: instalou, ficou na gaveta; quer deixar na tela? Arrasta pra lá. Quer esconder? Some. Pronto.
A Apple, percebendo que o povo se cansou de tanto deslizar páginas, criou a Biblioteca de Apps.
Hoje, o iOS separa automaticamente os apps em pastas como “Social”, “Produtividade” e “Entretenimento”.
Mas essa organização automática é só a roupagem chique de uma ideia que o Android já dominava fazia quase uma década.
3️⃣ Picture-in-Picture — ver vídeo e responder zap ao mesmo tempo
Lá por 2017, quando o Android Oreo foi lançado, a função Picture-in-Picture (PiP) já fazia a alegria de quem queria assistir a vídeos enquanto fazia outra coisa.
Dava pra ver um clipe no YouTube e, ao mesmo tempo, responder aquele zap urgente.
No iPhone, isso só chegou com o iOS 14, três anos depois — e ainda de forma restrita a alguns aplicativos no início.
Hoje, é claro, virou padrão. Mas a ideia nasceu no Android, e sem ele talvez a gente ainda estivesse parando tudo só pra ver um vídeo.
4️⃣ Escolher apps padrão — liberdade que demorou pra chegar ao iPhone
Durante anos, o iPhone foi como aquele vizinho teimoso que só usa os produtos da própria marca.
Quer abrir um link? Safari.
Quer enviar e-mail? Apple Mail.
Quer ouvir música? Apple Music.
E pronto.
Enquanto isso, o Android já deixava você escolher o navegador, o player, o e-mail — o que quisesse.
A liberdade de definir aplicativos padrão é uma das maiores expressões da filosofia aberta do sistema do Google.
Em 2020, a Apple finalmente cedeu. O iOS 14 permitiu trocar navegador e e-mail padrão.
Depois, expandiu para música, mensagens e localização.
Mas o DNA fechado da maçã nunca sumiu de vez — e o Android continua sendo o “rebelde” que nasceu livre.
5️⃣ Biometria digital e facial — o pioneiro que pouca gente lembra
Aqui mora uma das maiores ironias.
Todo mundo lembra do Touch ID como um marco da Apple em 2013.
Mas pouca gente recorda que o Motorola ATRIX 4G, lá em 2011, já tinha um sensor de impressão digital.
Sim, era meio travado e falhava às vezes, mas era o começo.
O Android foi quem inventou a biometria móvel, tanto digital quanto facial.
A Apple, como faz de costume, pegou a ideia, lapidou com design e marketing, e lançou como se fosse revolução.
O resultado? Virou tendência mundial.
Hoje ninguém vive sem desbloqueio facial, mas tudo começou nos celulares Android de mais de uma década atrás.
6️⃣ Carregamento rápido — a pressa que o Android já resolvia
Ah, a bateria… essa velha vilã do dia a dia.
Quando os iPhones ainda demoravam uma eternidade pra carregar, o Android já tinha inventado a tecnologia de carregamento rápido.
Em 2013, modelos como o Samsung Galaxy S3 e o Xiaomi Mi Mix 2 já traziam o Quick Charge 1.0, da Qualcomm.
Dez watts pareciam mil pra quem vinha de recargas lentas e cabos frágeis.
Só em 2017, com o iPhone X, a Apple apresentou o “carregamento rápido” — vendendo a ideia como se fosse descoberta nova.
Hoje os iPhones aceitam até 20 W com MagSafe, mas ainda estão atrás dos Androids que já ultrapassam 120 W em alguns modelos.
A diferença é brutal: enquanto um iPhone leva 40 minutos pra chegar a 50%, um Android turbinado faz isso em 10.
📊 Contexto histórico: por que o Android sempre correu na frente?
A verdade é simples: o Android nasceu com o espírito livre de software aberto.
Enquanto a Apple sempre apostou em controle total — do hardware ao sistema —, o Google permitiu que diversas marcas inovassem.
Samsung, LG, Motorola, Xiaomi… cada uma experimentou, errou, reinventou.
Essa liberdade trouxe problemas de compatibilidade, mas também acelerou a evolução.
E foi isso que fez o Android se tornar o terreno fértil onde surgiram quase todas as funções que, anos depois, o mundo inteiro aplaudiu nos iPhones.
🗣️ A opinião do jornalista (direto do ABC)
Olha, vivendo aqui em Santo André e cobrindo tecnologia há mais de 20 anos, já vi de tudo.
Lembro da época em que a galera ia pra Rua Catequese comprar celular importado e torcia pra ele funcionar com chip da Vivo.
Hoje, ver a Apple se vangloriando por funções que o Android já tinha há uma década é quase cômico.
Mas também é o jogo. A Apple é mestra em marketing.
Enquanto o Android aposta em função, ela aposta em emoção.
E no fim, quem vence é o consumidor — que ganha o melhor dos dois mundos.
❓FAQ — Perguntas Frequentes
1. A Apple realmente copiou o Android?
Não é “cópia direta”, mas várias ideias surgiram primeiro no Android e foram depois refinadas pela Apple.
2. O Android ainda é mais inovador que o iOS?
Em termos de liberdade e experimentação, sim. O iOS foca em estabilidade e design.
3. O que o Android tem hoje que o iOS ainda não tem?
Sistemas de personalização avançados, múltiplas contas de usuário e recarga super rápida são exemplos.
4. Por que as pessoas ainda preferem iPhone?
Principalmente por status, integração entre dispositivos e marketing consistente.
5. O Android é menos seguro que o iOS?
Depende do uso. O Android é mais aberto, mas com boas práticas (atualizações, antivírus, fontes seguras) é tão seguro quanto.
✍️ Conclusão
E aí, o que você acha?
A Apple é mesmo genial ou só sabe vender melhor o que o Android já inventou?
Aqui do meu cantinho em Santo André, tomando um café na Rua das Figueiras, eu sigo achando que inovação de verdade não é quem chega primeiro — é quem faz o mundo inteiro mudar junto.
OPINIÃO
ABCTudo Paulista
Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interação de fatos e dados.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do ABCTudo/IT9.
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