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Infância raiz no ABC – Infância no ABC q a molecada hj n entende

Zé do Jardim, morador do ABC, relembra com saudade a infância no ABC, quando as crianças brincavam livremente nas ruas, sem celulares ou tablets. Ele cita os pontos clássicos de cada cidade, como a rua das Figueiras em Santo André, a Praça Samuel Sabatini em São Bernardo e a Praça dos Imigrantes em São Caetano. Zé do Jardim convida a todos a compartilharem suas próprias histórias e relembrarem os velhos tempos.

infância raiz no ABC: Por Zé do Jardim, morador do ABC desde que era só um molequinho.

Salve, galera do ABC! Zé do Jardim na área, direto do meu cantinho aqui no bairro Jardim, em Santo André, pra bater um papo com vocês sobre uma parada que tá me dando uma saudade danada: a infância raiz no nosso ABCzão.

Desligue esse celular e vem pro mundo real, pivete!

Se você, assim como eu, cresceu por aqui, sabe que a vida antes dos celulares, tablets e computadores era MUITO diferente. A gente não ficava trancado em casa olhando pra uma tela, não. A rua era o nosso quintal, o nosso parque de diversões.

Era jogar bola até a noite chegar, pique-esconde, bets, queimada, carrinho de rolimã, taco… A molecada se reunia na rua e a diversão tava garantida. E quando a mãe gritava pra entrar, era correria pra casa, suado e feliz, pra comer um pão com manteiga e cair na cama.

Cada canto do ABC com sua aventura

E cada cidade tinha seus points clássicos, né?

Santo André – infância raiz no ABC

  • No Jardim, a gente dominava a rua das Figueiras, o campinho da igreja e a pracinha. Lembro de quando a gente jogava bola na rua das Figueiras e a bola caia no quintal de alguém. Era sempre uma aventura pra recuperar a bendita! Teve uma vez que a bola caiu no quintal do Seu Manoel, que era famoso por ser ranzinza. A gente ficou com medo de pedir a bola de volta, mas no fim ele acabou devolvendo e até deu uns toques pra gente melhorar o chute.
  • Em Utinga, a pracinha da rua das Pitangueiras era o nosso QG. Tinha um pé de amora gigante que a gente subia pra comer as frutinhas. Eita, que saudade! A gente fazia guerrinha de mamona, construía cabanas com galhos de árvore e até acampamos uma vez, com direito a fogueira e histórias de terror.
  • E no Parque das Nações, a gente passava horas no Parque Central. Andava de bicicleta, jogava bola, brincava de pique-esconde… Era diversão garantida! Teve um dia que a gente organizou um campeonato de pipa. Foi uma disputa acirrada, mas no fim, o meu amigo Zezinho levou o troféu com a sua pipa rabiola de arco-íris.
  • Ah, e não podemos esquecer do Shopping ABC! Era o programa de domingo da família. A gente ia no Playland, comia um lanche no McDonald’s e voltava pra casa feliz da vida. E quando a gente ganhava uns trocados, a gente gastava tudo nos fliperamas do shopping. Pac-Man, Street Fighter, Mortal Kombat… Era viciante!
Ah, moleque! A infância raiz no ABC que a molecada de hoje não entende
Ah, moleque! A infância raiz no ABC que a molecada de hoje não entende

São Bernardo do Campo – infância raiz no ABC

  • No Rudge Ramos, a Praça Samuel Sabatini era o nosso point. A gente andava de skate, jogava bola, brincava de pique-esconde… Era um lugar que a gente se sentia livre. A praça era enorme, com muito espaço pra correr e brincar. A gente até organizava shows de talentos, com direito a palco improvisado e tudo.
  • No Assunção, a Praça dos Bombeiros era o nosso playground. Tinha um parquinho com balanços, escorregadores e gangorras. A gente passava horas brincando ali. E quando chovia, a gente se escondia embaixo da gangorra e ficava contando histórias de terror.
  • E no Centro, a gente explorava a Praça da Matriz. Tinha uma fonte que a gente adorava jogar moedas e fazer pedidos. E aos domingos, tinha a feira de artesanato, que era um programão pra família toda. A gente adorava andar pela feira, olhando as barraquinhas e experimentando as comidas típicas.
  • E quem não se lembra do Parque da Juventude Città di Maróstica? Era o lugar perfeito pra andar de bicicleta, patins, skate… Tinha até um lago com pedalinhos! A gente passava o dia inteiro lá, sem se preocupar com a hora. E quando a fome batia, a gente fazia um piquenique com os lanches que a gente levava de casa.

São Caetano do Sul

  • No Barcelona, a Praça dos Imigrantes era o nosso refúgio. A gente jogava bola, andava de bicicleta, brincava de pique-esconde… Era um lugar que a gente se sentia seguro e feliz. A praça era cheia de árvores, o que deixava o ambiente mais fresco e agradável. A gente adorava subir nas árvores e ficar observando a cidade lá de cima.
  • No Santa Paula, a Praça Cardeal Arcoverde era o nosso point de encontro. A gente se reunia ali pra conversar, jogar cartas, ouvir música… Era um lugar que a gente se sentia parte de uma comunidade. A praça era pequena, mas aconchegante. A gente se sentia em casa ali.
  • E no Oswaldo Cruz, a Praça da Bíblia era o nosso lugar de paz. A gente ia lá pra ler, estudar, meditar… Era um lugar que a gente se sentia conectado com algo maior. A praça era silenciosa e tranquila, perfeita pra relaxar e refletir.
  • E não podemos esquecer do Parque Chico Mendes! Era o lugar perfeito pra fazer um piquenique, andar de bicicleta, brincar com os cachorros… Era um lugar que a gente se sentia em contato com a natureza. O parque era enorme, com trilhas, lagos e muito verde. A gente adorava explorar o parque e descobrir novos cantinhos.

Mauá e Ribeirão Pires, infância raiz no ABC

  • Em Mauá, a gente explorava o Parque Ecológico Guapituba. Era um lugar que a gente se sentia aventureiro. A gente fazia trilhas, observava os animais, brincava no rio… Era um lugar que a gente se sentia conectado com a natureza. O parque era cheio de surpresas, com cachoeiras, grutas e até um mirante com uma vista incrível da cidade.
  • Em Ribeirão Pires, a gente passava o dia na Praça Central. Era um lugar que a gente se sentia parte da cidade. A gente ia lá pra conversar, jogar cartas, ouvir música… Era um lugar que a gente se sentia em casa. A praça era o coração da cidade, onde tudo acontecia. A gente adorava ficar sentado nos bancos da praça, observando o movimento e conversando com os amigos.
  • E quem não se lembra da Maria Fumaça? Era o passeio de domingo da família. A gente ia de trem até Paranapiacaba e voltava pra casa com a cabeça cheia de histórias. A viagem de trem era uma aventura, com paisagens incríveis e muitas histórias pra contar. A gente adorava explorar Paranapiacaba, com suas casas antigas e ruas de paralelepípedos.

Tempo bom que não volta mais?

Sei que a molecada de hoje tem seus jeitos de se divertir, mas confesso que bate uma invejinha branca dessa liberdade que a gente tinha. Era uma época mais simples, mais segura, em que a gente podia ser criança de verdade. A gente não precisava se preocupar com likes, seguidores, comentários… A gente só queria se divertir e ser feliz.

E as mães? Ah, as mães…

E quem não se lembra das mães gritando da janela pra gente entrar pra casa? “Já tá escuro!”, “Vai ficar doente!”, “Amanhã tem aula!”. A gente fingia que não ouvia, mas no fundo sabia que era hora de ir pra casa. E a gente ia, com a certeza de que no dia seguinte a brincadeira ia recomeçar. Era engraçado como a gente conseguia ouvir o grito da mãe a quilômetros de distância, né? Mas a gente sempre dava um jeitinho de esticar a brincadeira um pouquinho mais. E quando a gente finalmente entrava em casa, era aquela correria pro banho, pra comer alguma coisa e pra dormir, porque no dia seguinte a aventura ia recomeçar.

A importância da rua na nossa formação

A rua era a nossa escola, a nossa universidade. Era lá que a gente aprendia a socializar, a fazer amigos, a resolver conflitos, a ser criativo, a ter iniciativa, a ser independente. Era lá que a gente desenvolvia a nossa personalidade, os nossos valores, os nossos sonhos.

A rua era o nosso mundo, e a gente era feliz nele. A gente não precisava de muito pra ser feliz. Um pedaço de rua, uma bola, uns amigos e a imaginação eram tudo que a gente precisava.

E você, qual a sua história?

E você, qual a sua história de infância raiz no ABC? Conta pra gente nos comentários! Quais eram os seus points, as suas brincadeiras, as suas aventuras? Vamos relembrar juntos essa época que marcou a nossa vida.

Um convite à nostalgia

Que tal a gente se reunir um dia desses pra relembrar os velhos tempos? Quem sabe a gente não organiza um campeonato de bets, um jogo de queimada ou uma corrida de carrinho de rolimã? Tenho certeza que a gente vai se divertir muito!

A infância raiz no ABC: um tesouro que a gente precisa preservar

A infância raiz no ABC é um tesouro que a gente precisa preservar. É uma época que marcou a nossa vida e que a gente precisa passar pra frente, pra que as próximas gerações também possam ter a oportunidade de viver essa experiência única.

Vamos valorizar a nossa história, as nossas raízes, a nossa cultura. Vamos mostrar pra molecada de hoje que a vida pode ser muito mais divertida sem celular, sem tablet, sem computador. Vamos mostrar pra eles que a rua pode ser o melhor parque de diversões do mundo.

E aí, topa essa aventura?

😉

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OPINIÃO

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Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interação de fatos e dados.
** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do ABCTudo/IT9.

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