A mais Violenta do ABC e também a qual é a mais Pacífica?

S.André é a cidade mais violenta do ABC e São Caetano, a mais pacífica

Seminário sobre Segurança Pública voltada ao Século XXI
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O Município mais violento do Grande ABC Paulista na grande São Paulo. Próximo a cidade de São Paulo e conectado por um sistema de SAI.

A mais Violenta do ABC e também a qual é a mais Pacífica?

Santo André é a cidade mais violenta do ABC e São Caetano a mais pacífica para se viver, segundo dados do Atlas da Violência 2019, divulgado ontem (5) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O levantamento, que analisa dados de 2017 de 310 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes, mostra que, à exceção de Santo André e Mauá, as demais cidades da região me­lhoraram colocação no ran­king nacional que leva em conta a taxa de homicídios (número de casos/100 mil habitantes). O Atlas considera o número de homicídios as mortes por assassinato e as violentas por causa indeterminada.

São Caetano é a 13ª cidade mais segura

São Caetano é a 13ª cidade mais segura para se viver entre as 310 analisadas pelo Atlas 2019. Em 2016 ocupava a 22ª posição, com 15 homicídios e taxa de 9,4 casos por 100 mil habitantes. No seguinte, passou para 13º, com 13 ocorrências e taxa de 7,9, queda de 16%.

Em seguida vem Ribeirão Pires, que ganhou mais posições no ranking. Em 2016 ocupava a 91ª colocação, com 25 homicídios e taxa de 20,6 casos por 100 mil habitantes e passou, em 2017, para 28ª posição, com 13 registros e taxa de 10,8. A variação entre as taxas dos dois anos foi de -47,6%.

São Bernardo Aparece

São Bernardo aparece no levantamento de 2019 no 47º lugar, com 106 homicídios e taxa de 12,8 ocorrências por 100 mil habitantes. No ano anterior ocupava a 66ª posição, com 137 casos e taxa de 16,7 – variação negativa de 23,4%.

Seguranças patrimoniais de Santo André são valorizados
Seguranças patrimoniais de Santo André são valorizados

Diadema passou da 78ª posição em 2016, para 77ª no ano seguinte. Em relação ao número de homicídios, ocorreram 78 em 2016 e 70 em 2017, taxas de 18,8 e de 16,8 por 100 mil habitantes, respectivamente, queda de 10,6%.

piora nos índices (Rio Grande da Serra não entra no levantamento). Em Mauá, o número de ocorrências passou de 86 para 89 na mesma base comparativa, o que fez com que a cidade passasse da 77ª posição para 98ª no ranking, com taxas de 18,8 casos por 100 mil habitantes em 2016 e de 19,3 no ano seguinte, alta de 2,7% na comparação entre os dois anos.

Em Santo André, apesar da queda no número de homicídios – caiu de 175 para 156 entre 2016 e 2017 – a cidade passou da 115ª colocação para a 116ª, respectivamente. A taxa por 100 mil habitantes foi de 24,6 em 2016 para 21,7 no ano seguinte, variação de -11,8%.

No Brasil Todo

Diário Regional O Atlas da Violência 2019 está disponível no portal do Ipea – http://www.ipea.gov.br. É necessário baixar o PDF da pesquisa e procurar os índices de cada município.

O estado de São Paulo tem 14 das 20 cidades menos violentas. Em primeiro lugar está Jaú, com taxa de 2,7 homicídios para cada 100 mil habitantes. O município mais violento do Brasil em 2017 foi Maracanaú, no Ceará, com 145,7 homicídios para cada 100 mil habitantes. No ano do estudo, ocorreram 308 homicídios na cidade.

Oi, estava consultando o Atlas da Violência http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/relatorio_institucional/190802_atlas_da_violencia_2019_municipios.pdf e não encontrei essa informação. Poderia me orientar a localizar esta informação?

De acordo com o coordenador do estudo, Daniel Cerqueira, os municípios mais violentos têm 15 vezes mais homicídios relativamente que os menos violentos. “Em termos proporcionais, a diferença entre os municípios mais e menos violentos corresponde à diferença entre taxas do Brasil e da Europa”, destacou. Porém, na avaliação do coordenador, há luz no final do túnel. “A luz passa por políticas focalizadas em territórios vulneráveis.” (Colaborou Anderson Amaral)

IPEA

Fundação pública vinculada ao Ministério da Economia, o Ipea fornece suporte técnico e institucional às ações governamentais – possibilitando a formulação de inúmeras políticas públicas e programas de desenvolvimento brasileiros – e disponibiliza, para a sociedade, pesquisas
e estudos realizados por seus técnicos.

  • Presidente
    • Carlos von Doellinger
  • Diretor de Desenvolvimento Institucional, Substituto
    • Manoel Rodrigues dos Santos Junior
  • Diretor de Estudos e Políticas do Estado, das Instituições e da Democracia
    • Alexandre de Ávila Gomide
  • Diretor de Estudos e Políticas Macroeconômicas
    • José Ronaldo de Castro Souza Júnior
  • Diretor de Estudos e Políticas Regionais, Urbanas e Ambientais
    • Aristides Monteiro Neto
  • Diretor de Estudos e Políticas Setoriais de Inovação e Infraestrutura
    • André Tortato Rauen
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  • Lenita Maria Turchi
  • Diretor de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais
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  • Assessora-chefe de Imprensa e Comunicação
    • Mylena Fiori
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