Docente da FMABC é convidada para o 1º Congresso Interestadual de Saúde Coletiva

Docente da FMABC é convidada para o 1º Congresso Interestadual de Saúde Coletiva: Dra. Silmara Conchão irá abordar tema sobre violência contra a mulher; evento será 100% on-line e tem inscrições gratuitas

1º Congresso Interestadual de Saúde Coletiva

A coordenadora do Centro de Estudos de Saúde Coletiva (CESCO) e professora do Departamento de Saúde da Coletividade do  (FMABC), Dra. Silmara Conchão, é uma das convidadas para palestrar no 1º Congresso Interestadual de Saúde Coletiva e Medicina de Família e Comunidade (I CISCMFC), organizado por Ligas de Saúde Coletiva de instituições de ensino superior de todas as regiões do Brasil. O evento será 100% on-line dias 16, 17 e 18 de junho, entre 18h30 e 21h30.

Docente da FMABC é convidada para o 1º Congresso Interestadual de Saúde Coletiva

O tema da palestra da docente, marcada para o dia 18 de junho, às 19h30, será “Violência contra a mulher: até quando vamos ‘enxugar gelo’?”.

Para a professora, é necessário força-tarefa coletiva para combater a violência doméstica contra mulheres. “Não temos dúvida da importância da Lei Maria da Penha, considerada pela ONU (Organização das Nações Unidas) uma das três melhores leis do mundo. Com ela, conseguimos avançar no quesito impunidade. Mas a dificuldade maior ainda é tirá-la do papel, pois exige uma mudança de cultura. As desigualdades de gênero, históricas, permanecem na nossa educação ainda muito pautadas em valores machistas, o que naturaliza a violência contra a mulher. Enquanto não mudarmos a cultura e reeducarmos homens e mulheres para uma sociedade menos desigual, continuaremos atuando apenas nas emergências. Mudança de cultura caminha junto às políticas públicas de enfrentamento e o trabalho desempenhado em rede”, disse a docente.

“Não temos dúvida da importância da Lei Maria da Penha, considerada pela ONU (Organização das Nações Unidas) uma das três melhores leis do mundo. Com ela, conseguimos avançar no quesito impunidade. Mas a dificuldade maior ainda é tirá-la do papel, pois exige uma mudança de cultura. As desigualdades de gênero, históricas, permanecem na nossa educação ainda muito pautadas em valores machistas, o que naturaliza a violência contra a mulher. Enquanto não mudarmos a cultura e reeducarmos homens e mulheres para uma sociedade menos desigual, continuaremos atuando apenas nas emergências. Mudança de cultura caminha junto às políticas públicas de enfrentamento e o trabalho desempenhado em rede”

 

As inscrições para o evento são gratuitas e devem ser feitas pelo link https://is.gd/nOGALC.

TRAJETÓRIA

Com mestrado em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP) e doutorado pela FMABC, a docente assumiu entre 2014 e 2016 a Secretaria de Política para Mulheres de Santo André – a primeira Pasta do gênero no Grande ABC. Há 35 anos é ativista do movimento feminista e já publicou livros e artigos sobre o tema.

Em 2017, recebeu do Conselho Estadual da Condição Feminina do Estado de São Paulo a ‘Medalha Ruth Cardoso’ – honraria destinada a pessoas físicas ou jurídicas que se destacam na luta pelos direitos da mulher.

 

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