Acidente que matou os Mamonas Assassinas completa 23 anos | ABCtudo

Acidente que matou os Mamonas Assassinas completa 23 anos

Acidente que matou os Mamonas Assassinas completa 23 anos: Passados 23 (vinte e três) anos, um dos maiores ícones musicais nos anos 1990 teve a curso de sua carreira meteórica interrompida de maneira Drástica. 

Acidente que matou os Mamonas Assassinas completa 23 anos

A topo da montanha o avião da banda Mamonas Assassinas encontrou o trágico fim e veio em seguida do impacto a queda da Avião Learjet, na Serra da Cantareira, em Guarulhos grande São Paulo. Ali, toda a sua tripulação morreu na hora, instantaneamente no impacto. Ali, partia desta vida os 5 (cinco) meninos de Guarulhos.

A carreira da banda, com o nome de Mamonas Assassinas, durou de julho de 1995 até 2 de março de 1996 (pouco mais de 7 meses) e não só a morte de seus integrantes, como também o sucesso destes, foi meteórico e estrondoso.

A última apresentação daquele sonho que era ser famoso,  e da curta existência da banda Mamonas Assassinas, grupo formado por Dinho, Bento Hiroto, Júlio Rasec, Samuel e Sérgio Reoli foi na cidade de Brasília, Distrito Federal da Republica Federativa do Brasil, em 2 (dois) de março (03) de 1996 (um mil novecentos e noventa e seis). A apresentação que já tinha seu tom de despedida, reuniu nada menos que 4,5 (quatro mil e quinhentas) milhares de pessoas no Estádio de futebol (hoje totalmente reformado, por conta da Copa do Mundo de 2014 aqui no Brasil) Mané Garrincha, Dinho vocalista e carismático como era, tirou a camisa e desceu do palco para o meio da galera.

Mamonas Assassinas

  • Dinho
    • Voz
      • Vocais
  • Julio Razec
    • Teclado
      • Vocais
  • Bento Hinoto
    • Guitarra
      • Vocais
  • Sérgio Reoli
    • Bateria
    • Vocais
  • Samuel Reoli
    • Baixo
    • Vocais
Mamonas Assassinas 23 Anos
Mamonas Assassinas 23 Anos

O produtor e responsável por levar e trazer a banda mais querida do Brasil na época e por que não dizer até hoje, o fenômeno a Brasília, foi Valdemar Cunha, possuidor da Artway, produtora e organizadora de shows e também quem que organizou o último show dos artistas.

Em uma combinação de saudades e tristeza, ele lembra daquela data, daquele dia 02 de março de 1996, o dia da última apresentação da breve e meteórica curso dos meninos de Guarulhos.

“Eles vieram do sul para fazer o show em Brasília. Por desculpa da agenda lotada, tínhamos marcado há muito tempo com o grupo. A princípio, o show seria no Ginásio Nilson Nelson, mas decidimos que o estádio Mane Garrincha seria mais adequado para a quantidade de pessoas”, revela.

Mamonas em Brasília

Naquele dia eles chegaram a Brasília de manhã, passaram o som e tudo correu uma vez que o esperado.

“Estavam sempre alegres e brincando nos bastidores, eram daquele jeito que a gente vê no vídeo, a alegria era contagiante”, relembra Valdemar.

Mas alegria vivida pelos admiradores brasilienses durante uma hora e meia se transformou numa imensa tristeza o termo da noite, em seguida o sinistro ocorrido com o Lear Jet que conduzia a margem, ao desabar na Serra da Mantiqueira, na volta a São Paulo.

Mãe de Dinho (Alecsander Alves – Vocalista da banda) falou ao ABCTudo sobre acidente que fatalmente terminou com a banda em 1996.

Jovens de Guarulhos venderam mais de 5 milhões de discos.

“Eles vieram trazer alegria, e a gente teve que aprender a conviver com isso. Separar a tristeza da alegria, que não é fácil”, afirmou a mãe de Dinho, Célia Alves.

“O mesmo Deus que permitiu a eles fazerem aquele sucesso todo olhou para eles e disse:

‘Meninos, vocês são bons, só que chegou o tempo. Olha, venham todos vocês. E levou. A gente não vai discutir com Deus. Deus é Deus e a gente é ser humano”, afirmou a mãe de Dinho.

A aposentada de 62 anos é evangélica e frequenta a igreja Assembleia de Deus.

Acidente dos Mamonas Assassinas

Tocavam cerca de oito a nove vezes por semana, com apresentações em 25 dos 27 estados brasileiros e ocasionais dois a três shows por dia. O cachê dos Mamonas tornou-se um dos mais caros do país, variando entre R$ 40 mil, R$ 50 mil, R$ 70 mil e R$ 100 mil. Consequentemente, a EMI faturou cerca de R$ 80 milhões com a banda. Em certo período, a banda vendia 50 mil cópias por dia.

O tempo estava fechado na Grande São Paulo na noite de 2 de março de 1996, um sábado.

Uma espessa neblina cobria parte da Serra da Cantareira quando, por volta das 23h15, um jato executivo Learjet avançou por sobre as árvores, atravessou a cortina de névoa fria e colidiu na mata. Os nove ocupantes morreram: os dois tripulantes, um segurança, um assistente de palco e os cinco jovens músicos dos Mamonas Assassinas.

  • Alecsander Alves
    • Dinho, de 24 anos,
      • vocalista e por muitos era considerado o líder da banda;
  • Alberto Hinoto
    • Bento, de 26,
      • guitarrista;
  • Júlio Cesar Barbosa
    • Júlio Rasec, de 28,
      • tecladista; e os irmãos
  • Samuel e Sérgio Reis de Oliveira
    • Samuel e Sérgio Reoli, de 22 e 26, respectivamente
      • baixista e
      • baterista,

voltavam de um show em Brasília, o último de uma exaustiva turnê pelo país.

 

Morte dos Mamonas Assassinas faz 23 anos: ‘Não vou discutir com Deus’
Mãe de Dinho falou ao G1 sobre acidente que matou banda em 1996.
Jovens de Guarulhos venderam mais de 5 milhões de discos.

Após 23 anos do acidente aéreo que causou a morte dos cinco integrantes dos Mamonas Assassinas, a família de Dinho, o vocalista da banda, diz ter aprendido a conviver com a dor da perda.

“Eles vieram trazer alegria, e a gente teve que aprender a conviver com isso. Separar a tristeza da alegria, que não é fácil”, afirmou a mãe de Dinho, Célia Alves.

  • Brasília amarela
  • Mãe de Dinho
  • Irmão lembra sucesso
  • Musa de clipe
  • O acidente

“O mesmo Deus que permitiu a eles fazerem aquele sucesso todo olhou para eles e disse: ‘Meninos, vocês são bons, só que chegou o tempo. Olha, venham todos vocês. E levou. A gente não vai discutir com Deus. Deus é Deus e a gente é ser humano”, afirmou a mãe de Dinho. A aposentada de 62 anos é evangélica e frequenta a igreja Assembleia de Deus.

Mamonas o Acidente

O tempo estava fechado na Grande São Paulo na noite de 2 de março de 1996 (02/03/1996) final de semana, era um sábado. Uma espessa neblina cobria parte da Serra da Cantareira quando, por volta das 23h15, um jato executivo Learjet avançou por sobre as árvores, atravessou a cortina de névoa fria e colidiu na mata. Todos (09) nove ocupantes Morreram na Hora: os dois (02) tripulantes, um (010) segurança, um (01) assistente de palco e os cinco (05) jovens músicos dos Mamonas Assassinas. Terminava ali, o sonho. Mas iniciava a lenta da história que vai se perpetuar para sempre.

Mamonas Assassinas 23 Anos
Mamonas Assassinas 23 Anos
Por serem então queridos e admirados pelo público, todas as vezes que apareciam na televisão, a audiência triplicava. Como consequência disso, existia briga entre as emissoras para ter os Mamonas Assassinas nos seus programas. Segundo Rick Bonadio, a Rede Globo de Televisão tentou contratá-los por 3 anos exclusivos, mas a EMI, por considerar que isso iria atrapalhar os seus negócios, barrou (ela já havia barrado anteriormente, pelo mesmo motivo, a venda de produtos licenciados, que, por isso, só foram lançados postumamente).

Alecsander Alves (Dinho), de 24 anos, vocalista e líder da banda; Alberto Hinoto (Bento), de 26, guitarrista; Júlio Cesar Barbosa (Júlio Rasec), de 28, tecladista; e os irmãos Samuel e Sérgio Reis de Oliveira (Samuel e Sérgio Reoli), de 22 e 26, respectivamente baixista e baterista, voltavam de um show em Brasília, o último de uma exaustiva turnê pelo país. Uma das maiores incorrerias do destino, ou coerência quem sabe. Era o último show mesmo. A turnê terminava aqui para aquele álbum. Ao menos no Brasil.

Na aeronave além da banda, também estavam outros trabalhadores ligados à banda. Estavam o piloto, Jorge Martins, o copiloto, Alberto Takeda, e dois funcionários da banda: o segurança Sérgio Saturnino Porto e o roadie (e primo de Dinho) Isaac Souto.

Naquela noite, os pais de Dinho foram, a pedido do filho, buscá-lo no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo – mesma cidade onde toda a banda vivia. Em entrevista ao G1, a dona de casa Célia Alves, de 62 anos, lembrou a agonia da espera pelo filho.

“Ficamos esperando, de olho naquela bendita porta que se abre, e achei estranho a demora.” Ao lado do marido, Hidelbrando Alves, e da namorada do filho, Valéria Zopello, ela notou que a preocupação tomava o semblante dos três. “Pensei: ‘Poxa vida, esse avião vai descer com esse tempo?’

Falei: ‘Ah, vou tirar esse pensamento da cabeça. Isso não é bom’. Pedia a Deus que ele chegasse bem.”

A Utopia dos Mamonas

Rolo Compressor: Na época que eles fizeram inúmeros shows, eles foram apelidados de “rolo compressor” porque as outras bandas e artistas tinham medo e não queriam tocar na mesma cidade que eles se apresentavam, uma vez que todo mundo queria assistir só os Mamonas. Este sucesso todo, porém, causou uma Rejeição vinda de alguns Círculos Musicais e Jornalísticos.

O embrião dos Mamonas foi um grupo de rock pop que se inspirava em Legião Urbana e Cazuza: o Utopia. A primeira formação contava apenas com Bento Hinoto e os irmãos Reoli. Em um show no Parque Cecap, bairro próximo de Cumbica muito frequentado por adolescentes, os músicos receberam um pedido dos fãs: tocar “Sweet Child O’Mine”, sucesso dos Guns N’ Roses.

“O Dinho disse que sabia cantar a música em inglês, subiu lá no palco. Não sabia, mas sabia improvisar. Aí convidaram ele para a banda e ele foi”, disse o pai do cantor. Depois entraram o tecladista Márcio Araújo e Júlio Rasec – um “roadie” que fazia de tudo um pouco, desde ajudar em percussões até filmar e dirigir o clipe da banda.

11 Frases dos Mamonas Assassinas que Você Cantava na Maior Inocência

E Seria preso hoje por um esquerdista

1. “Depois de uma semana ela voltou pra casa/ Toda arregaçada, não podia nem sentar”

Música: Vira Vira

2. “Toda vez que eu lembro de você/ Me dá vontade de bater, te espancar/ Oh meu amor”

Música: Lá Vem o Alemão

As minas piram
3. “Minha pistola é de plástico (quero chupar-pa-pa)”

Música: Robocop Gay

Até hoje você canta a plenos pulmões
4. “Eles ficam grudados de quatro se amando/ Em plena luz do dia”

Música: Mundo Animal

Se amando de 4? Seeeeei……
5. “E os camelos que tem as bolas em cima das costas”

Música: Mundo Animal

Sim, é uma música que cita os testículos dos camelos
6. “Volto pra casa fud***, com um monte de apelido/ O mais bonito é cabeção!”

Música: Jumento Celestino

Será que é a cabeça de cima?
7. “Você é muito fogosa/ Tão bonita e carinhosa/ Do jeito que eu sempre quis/ Minha coisinha gostosa/ Dá aos pobres, é bondosa/ Sou corno, mas sou feliz”

Música: Bois Don’t Cry

Peraí… dá aos pobres? Agora que eu entendi que não é dinheiro
8. “O ‘zoísta’ cuida dos zóio e o oculista/ Deus me livre, nunca vão mexer no meu”

Música: Uma Arlinda Mulher

O.O
9. “Você é uma besta mitológica/ Com cabelo pixaim parecida com a Medusa”

Música: Uma Arlinda Mulher

10. “Os maconheiros tava doidão/ Querendo o meu feijão”

Música: Sábado de Sol

A larica é só minha!
11. E “Sabão Crá-Crá” inteirinha

Mas essa eu entendia tudo… hihihi

***

Na quarta-feira (02/03/2019), completou 23 anos (vinte e três anos) que o grupo Mamonas Assassinas perdeu a vida em um terrível acidente aéreo na serra da Cantareira. Com apenas um CD mixado e gravado como Mamonas e uma carreira meteórica, os músicos deixam uma legião de fãs com saudades – mesmo aqueles que não faziam a menor ideia das sacanagens politicamente incoerente de suas letras.

 

CD-Rom

Ainda em 1996, a EMI lançou o CD-ROM Mamonas Assassinas, com imagens, videos, falas e fotos dos integrantes da banda Mamonas Assassinas, bem como histórias em quadrinhos, jogos eletrônicos e muito humor

1996 – DVD MTV na Estrada

Poucos meses após o acidente trágico, a MTV Brasil lançou o DVD MTV na Estrada – Mamonas Assassinas, que traz imagens de shows do grupo em turnê pelo Brasil.

1997 – Lançamento da edição histórica do álbum A Fórmula do Fenômeno, da Banda Utopia
1997 foi o ano do lançamento da edição histórica do álbum A Fórmula do Fenômeno, da Banda Utopia. Intitulado A Utopia dos Mamonas, continha todas as canções do A Fórmula do Fenômeno, e mais duas faixas não lançadas.

1998 – Lançamento do álbum

Atenção, Creuzebek: a Baixaria Continua!
O ano de 1998 ficou marcado pelo lançamento do álbum Atenção, Creuzebek: a Baixaria Continua!, formado basicamente por versões ao vivo das canções do único álbum de estúdio dos Mamonas, extraídas de um show em São Paulo.

As inéditas “Joelho” (presente no vinil Utopia, de 1992) e “Onon Onon”, além de uma versão em espanhol de “Pelados em Santos”, intitulada “Desnudos en Cancún”, foram lançadas como single promocional do álbum.

2002 – Lançamento do DVD

Show Ao Vivo em Valinhos 1996 (Arquivo Familiar)
Em 2002, foi lançado o DVD Show Ao Vivo em Valinhos 1996 (Arquivo Familiar), que traz imagens de um show realizado na cidade de Valinhos, São Paulo, em 1996, em comemoração aos 100 anos da cidade.

 

2013 – Gravação da canção “Renato, o Gaúcho”

Em julho de 2013, Rick Bonadio, produtor musical do grupo, convidou o cantor Falcão, a banda Contra as Nuvens e os músicos Gee Rocha e Daniel Weksler, ambos do NX Zero, para gravar uma música inédita composta pelo tecladista Júlio Rasec e guardada desde então por sua irmã, Ana Paula, em um caderno. A canção, que sairia em um segundo álbum, é chamada “Renato, o Gaúcho”, e foi lançada na edição de 2013 reality show Fábrica de Estrelas, do Multishow, apresentado por Rick Bonadio.[60] Foi feito um videoclipe para a canção, em que aparecem algumas imagens dos Mamonas.

2015 – Mamonas: 20 anos de Fenômeno

Em comemoração aos 20 anos do fenômeno Mamonas Assassinas, saiu a notícia que uma gravadora independente estaria produzindo um CD intitulado Mamonas: 20 anos de Fenômeno, que traria o registro de um show do grupo. Porém, a gravadora não anunciou qual o ano e o local deste show, nem o mês de lançamento deste novo disco.

2016 – Espetáculo O Musical Mamonas

Em 2016, foi lançado O Musical Mamonas em homenagem aos 20 anos de morte da banda, com texto de Walter Daguerre e direção de José Possi Neto.

2016 – Mamonas Assassinas – A Série
Em 2016, a Record anunciou o projeto de uma minissérie televisiva chamada Mamonas Assassinas – A Série, prevista para ir ao ar em julho do mesmo ano. Devido a problemas no enredo, porém, o projeto foi adiado

Em 2018, a emissora paulista informou que o projeto havia sido retomado, mas ainda sem previsão de lançamento. O projeto inclui ainda um longa-metragem sobre a banda, com a compactação dos capítulos

2018 – Canção “Vai Aê”

Em maio de 2018, Tor Sakata e Ruy Brissac lançaram a canção “Vai Aê”, cuja letra foi postumamente atribuída a Dinho.

A obra inacabada teria sido encontrada no ano anterior, em rascunhos do falecido cantor, por Santana, seu primo.

Ruy Brissac, que fez o papel de Dinho no Musical, complementou a letra, inserindo alguns trechos novos.