Há 23 (vinte e três) anos, um dos maiores ícones musicais nos anos 1990 teve a curso de sua carreira meteórica interrompida de maneira Drástica. A topo da montanha o avião da banda Mamonas Assassinas encontrou o trágico fim e veio em seguida do impacto a queda da Avião Learjet, na Serra da Cantareira, em Guarulhos grande São Paulo. Ali, toda a sua tripulação morreu na hora, instantaneamente no impacto. Ali, partia desta vida os 5 (cinco) meninos de Guarulhos.

Mamonas Assassinas

A última apresentação daquele sonho que era ser famoso,  e da curta existência da banda Mamonas Assassinas, grupo formado por Dinho, Bento Hiroto, Júlio Rasec, Samuel e Sérgio Reoli foi na cidade de Brasília, Distrito Federal da Republica Federativa do Brasil, em 2 (dois) de março (03) de 1996 (um mil novecentos e noventa e seis). A apresentação que já tinha seu tom de despedida, reuniu nada menos que 4,5 (quatro mil e quinhentas) milhares de pessoas no Estádio de futebol (hoje totalmente reformado, por conta da Copa do Mundo de 2014 aqui no Brasil) Mané Garrincha, Dinho vocalista e carismático como era, tirou a camisa e desceu do palco para o meio da galera.

O produtor e responsável por levar e trazer a banda mais querida do Brasil na época e por que não dizer até hoje, o fenômeno a Brasília, foi Valdemar Cunha, possuidor da Artway, produtora e organizadora de shows e também quem que organizou o último show dos artistas. Em uma combinação de saudades e tristeza, ele lembra daquela data, daquele dia 02 de março de 1996, o dia da última apresentação da breve e meteórica curso dos meninos de Guarulhos.

“Eles vieram do sul para fazer o show em Brasília. Por desculpa da agenda lotada, tínhamos marcado há muito tempo com o grupo. A princípio, o show seria no Ginásio Nilson Nelson, mas decidimos que o estádio Mane Garrincha seria mais adequado para a quantidade de pessoas”, revela.

Mamonas em Brasília

Naquele dia eles chegaram a Brasília de manhã, passaram o som e tudo correu uma vez que o esperado. “Estavam sempre alegres e brincando nos bastidores, eram daquele jeito que a gente vê no vídeo, a alegria era contagiante”, relembra Valdemar. Mas alegria vivida pelos admiradores brasilienses durante uma hora e meia se transformou numa imensa tristeza o termo da noite, em seguida o sinistro ocorrido com o Lear Jet que conduzia a margem, ao desabar na Serra da Mantiqueira, na volta a São Paulo.

Mãe de Dinho falou ao ABCTudo sobre acidente que fatalmente terminou com a banda em 1996.
Jovens de Guarulhos venderam mais de 5 milhões de discos.

“Eles vieram trazer alegria, e a gente teve que aprender a conviver com isso. Separar a tristeza da alegria, que não é fácil”, afirmou a mãe de Dinho, Célia Alves.

“O mesmo Deus que permitiu a eles fazerem aquele sucesso todo olhou para eles e disse: ‘Meninos, vocês são bons, só que chegou o tempo. Olha, venham todos vocês. E levou. A gente não vai discutir com Deus. Deus é Deus e a gente é ser humano”, afirmou a mãe de Dinho. A aposentada de 62 anos é evangélica e frequenta a igreja Assembleia de Deus.

Acidente dos Mamonas Assassinas

O tempo estava fechado na Grande São Paulo na noite de 2 de março de 1996, um sábado. Uma espessa neblina cobria parte da Serra da Cantareira quando, por volta das 23h15, um jato executivo Learjet avançou por sobre as árvores, atravessou a cortina de névoa fria e colidiu na mata. Os nove ocupantes morreram: os dois tripulantes, um segurança, um assistente de palco e os cinco jovens músicos dos Mamonas Assassinas.

Alecsander Alves (Dinho), de 24 anos, vocalista e líder da banda; Alberto Hinoto (Bento), de 26, guitarrista; Júlio Cesar Barbosa (Júlio Rasec), de 28, tecladista; e os irmãos Samuel e Sérgio Reis de Oliveira (Samuel e Sérgio Reoli), de 22 e 26, respectivamente baixista e baterista, voltavam de um show em Brasília, o último de uma exaustiva turnê pelo país.

 

Morte dos Mamonas Assassinas faz 23 anos: ‘Não vou discutir com Deus’
Mãe de Dinho falou ao G1 sobre acidente que matou banda em 1996.
Jovens de Guarulhos venderam mais de 5 milhões de discos.

Após 23 anos do acidente aéreo que causou a morte dos cinco integrantes dos Mamonas Assassinas, a família de Dinho, o vocalista da banda, diz ter aprendido a conviver com a dor da perda. “Eles vieram trazer alegria, e a gente teve que aprender a conviver com isso. Separar a tristeza da alegria, que não é fácil”, afirmou a mãe de Dinho, Célia Alves.

  • Brasília amarela
  • Mãe de Dinho
  • Irmão lembra sucesso
  • Musa de clipe
  • O acidente

“O mesmo Deus que permitiu a eles fazerem aquele sucesso todo olhou para eles e disse: ‘Meninos, vocês são bons, só que chegou o tempo. Olha, venham todos vocês. E levou. A gente não vai discutir com Deus. Deus é Deus e a gente é ser humano”, afirmou a mãe de Dinho. A aposentada de 62 anos é evangélica e frequenta a igreja Assembleia de Deus.

Mamonas o Acidente

O tempo estava fechado na Grande São Paulo na noite de 2 de março de 1996 (02/03/1996) final de semana, era um sábado. Uma espessa neblina cobria parte da Serra da Cantareira quando, por volta das 23h15, um jato executivo Learjet avançou por sobre as árvores, atravessou a cortina de névoa fria e colidiu na mata. Todos (09) nove ocupantes Morreram na Hora: os dois (02) tripulantes, um (010) segurança, um (01) assistente de palco e os cinco (05) jovens músicos dos Mamonas Assassinas. Terminava ali, o sonho. Mas iniciava a lenta da história que vai se perpetuar para sempre.

Alecsander Alves (Dinho), de 24 anos, vocalista e líder da banda; Alberto Hinoto (Bento), de 26, guitarrista; Júlio Cesar Barbosa (Júlio Rasec), de 28, tecladista; e os irmãos Samuel e Sérgio Reis de Oliveira (Samuel e Sérgio Reoli), de 22 e 26, respectivamente baixista e baterista, voltavam de um show em Brasília, o último de uma exaustiva turnê pelo país. Uma das maiores incorrerias do destino, ou coerência quem sabe. Era o último show mesmo. A turnê terminava aqui para aquele álbum. Ao menos no Brasil.

Na aeronave além da banda, também estavam outros trabalhadores ligados à banda. Estavam o piloto, Jorge Martins, o copiloto, Alberto Takeda, e dois funcionários da banda: o segurança Sérgio Saturnino Porto e o roadie (e primo de Dinho) Isaac Souto.

Naquela noite, os pais de Dinho foram, a pedido do filho, buscá-lo no Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, na Grande São Paulo – mesma cidade onde toda a banda vivia. Em entrevista ao G1, a dona de casa Célia Alves, de 62 anos, lembrou a agonia da espera pelo filho.

“Ficamos esperando, de olho naquela bendita porta que se abre, e achei estranho a demora.” Ao lado do marido, Hidelbrando Alves, e da namorada do filho, Valéria Zopello, ela notou que a preocupação tomava o semblante dos três. “Pensei: ‘Poxa vida, esse avião vai descer com esse tempo?’

Falei: ‘Ah, vou tirar esse pensamento da cabeça. Isso não é bom’. Pedia a Deus que ele chegasse bem.”

A Utopia dos Mamonas

O embrião dos Mamonas foi um grupo de rock pop que se inspirava em Legião Urbana e Cazuza: o Utopia. A primeira formação contava apenas com Bento Hinoto e os irmãos Reoli. Em um show no Parque Cecap, bairro próximo de Cumbica muito frequentado por adolescentes, os músicos receberam um pedido dos fãs: tocar “Sweet Child O’Mine”, sucesso dos Guns N’ Roses.

“O Dinho disse que sabia cantar a música em inglês, subiu lá no palco. Não sabia, mas sabia improvisar. Aí convidaram ele para a banda e ele foi”, disse o pai do cantor. Depois entraram o tecladista Márcio Araújo e Júlio Rasec – um “roadie” que fazia de tudo um pouco, desde ajudar em percussões até filmar e dirigir o clipe da banda.

11 Frases dos Mamonas Assassinas que Você Cantava na Maior Inocência

E Seria preso hoje por um esquerdista

1. “Depois de uma semana ela voltou pra casa/ Toda arregaçada, não podia nem sentar”

Música: Vira Vira

2. “Toda vez que eu lembro de você/ Me dá vontade de bater, te espancar/ Oh meu amor”

Música: Lá Vem o Alemão

As minas piram
3. “Minha pistola é de plástico (quero chupar-pa-pa)”

Música: Robocop Gay

Até hoje você canta a plenos pulmões
4. “Eles ficam grudados de quatro se amando/ Em plena luz do dia”

Música: Mundo Animal

Se amando de 4? Seeeeei……
5. “E os camelos que tem as bolas em cima das costas”

Música: Mundo Animal

Sim, é uma música que cita os testículos dos camelos
6. “Volto pra casa fud***, com um monte de apelido/ O mais bonito é cabeção!”

Música: Jumento Celestino

Será que é a cabeça de cima?
7. “Você é muito fogosa/ Tão bonita e carinhosa/ Do jeito que eu sempre quis/ Minha coisinha gostosa/ Dá aos pobres, é bondosa/ Sou corno, mas sou feliz”

Música: Bois Don’t Cry

Peraí… dá aos pobres? Agora que eu entendi que não é dinheiro
8. “O ‘zoísta’ cuida dos zóio e o oculista/ Deus me livre, nunca vão mexer no meu”

Música: Uma Arlinda Mulher

O.O
9. “Você é uma besta mitológica/ Com cabelo pixaim parecida com a Medusa”

Música: Uma Arlinda Mulher

10. “Os maconheiros tava doidão/ Querendo o meu feijão”

Música: Sábado de Sol

A larica é só minha!
11. E “Sabão Crá-Crá” inteirinha

Mas essa eu entendia tudo… hihihi

***

Na quarta-feira (02/03/2019), completou 23 anos (vinte e três anos) que o grupo Mamonas Assassinas perdeu a vida em um terrível acidente aéreo na serra da Cantareira. Com apenas um CD mixado e gravado como Mamonas e uma carreira meteórica, os músicos deixam uma legião de fãs com saudades – mesmo aqueles que não faziam a menor ideia das sacanagens politicamente incoerente de suas letras.

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