Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva

São agora, neste ano de 2020, um total de 26 (vinte e seis) anos completos da data da batida. Pois no dia 1º de Maio à exatos 26 anos, o último piloto brasileiro vitórioso na Formula 1, batia na curva tamburello e perdia sua vida.

Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva: São agora, neste ano de 2020, um total de 26 (vinte e seis) anos completos da data da batida. Pois no dia 1º de Maio à exatos 26 anos, o último piloto brasileiro vitórioso na Formula 1, batia na curva tamburello e perdia sua vida. Mudando assim, como o brasileiro, vê e comemora o dia de hoje, o dia do trabalho. Dando assim um novo significado desta data para inúmeras pessoas. Analisando friamente, é só o 122º dia do ano. Em boa parte do mundo, se comemora o Dia do Trabalho. Entretanto, ficou marcado como o dia em que morreu Ayrton Senna.

Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva

Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva: São agora, neste ano de 2020, um total de 26 (vinte e seis) anos completos da data da batida. Pois no dia 1º de Maio à exatos 26 anos, o último piloto brasileiro vitórioso na Formula 1, batia na curva tamburello e perdia sua vida. Mudando assim, como o brasileiro, vê e comemora o dia de hoje, o dia do trabalho. Dando assim um novo significado desta data para inúmeras pessoas. Analisando friamente, é só o 122º dia do ano. Em boa parte do mundo, se comemora o Dia do Trabalho. Entretanto, ficou marcado como o dia em que morreu Ayrton Senna.

Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva

Hoje também é conhecido, chocosamente como o “Dia das Viúvas”, apelido nada amistoso, e muito pejorativo dado àqueles que são fãs, digamos, extremados do piloto. Considerado por muitos ao redor do mundo, como o melhor piloto da história da Formula 1. Mas foi o ponto mais obscuro de um final de semana tenso, que teve o acidente de Rubens Barrichello já na Sexta-Feira e também a morte de Roland Ratzemberger no Sábado, após grave batida na curva Villeneuve.

Não cabe entrar nos detalhes do acidente, já tratado várias e várias vezes. Mas é importante neste dia tratar do seu legado. Um piloto que, mesmo os detratores reconhecem ser de extremo talento. Que levou alguns padrões a novos patamares e marcou com força o seu nome na história do automobilismo mundial. Treinos físicos e preparo. São elementos muito utilizados hoje, mas que de alguma forma, foram iniciados pelo piloto.

Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva
Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva

Ayrton Senna apresentou e marcou seu valor em um momento no qual a Categoria máxima do automobilismo estava em plena expansão midiática pelo mundo. Acompanhando a evolução televisiva. Seu desempenho se batendo junto a outros titãs como Nigel Mansell, Nelson Piquet e, especialmente, Alain Prost, deixaram alguns momentos impactantes para os fãs da velocidade.

Uma das Vantagens do Brasileiro sobre Alguns Grandes

Seus feitos têm registros e tem um acesso relativamente fácil. Nem tanto em relação às categorias menores (o famoso caso da corrida sem os freios dianteiros na FF2000 em 1982 é marcado com base nos relatos do chefe de equipe à época), mas podemos ver alguns extratos como as voltas de qualificação no Estoril 1986 e Jerez 1990 e provas como Monaco 1984, Estoril 1988, entre outras.

  • Neste domingo, teremos novamente Suzuka 88 na tela, talvez a sua obra-prima.

Nos últimos tempos, se vê em alguns locais, especialmente nas redes sociais, pessoas questionando se Senna era tão bom assim. Assim como pelé, basta uma geração passar, para, pessoas que nunca o viram, questionar. É relativamente fácil, moldar opiniões, sabendo do resultado? Sim!  Porém, Ayrton hoje, seria como ver, um piloto da Mclaren, ganhando um duelo diante de Lewis Hamilton e sua possante Mercedes em pleno GP de Spa. Inacreditável, porém, possível. Pois era o Senna no volante. Torcia-mos e acreditávamos. Ele tinha essa mágica, muitas vezes, fazia acontecer. Ninguém sabe de dizer como conseguia. Mas ninguém queria ser seu companheiro. Era demasiadamente perigoso, pois, seu parceiro, normalmente era ofuscado. Prost, inclusive colocou uma clausula em seu contrato! Qualquer um menos, Senna!

– Acho que o Schumacher, como tantos outros jovens, tem sede de vencer, mas talvez não tenha uma estrutura suficiente para administrar o sucesso tão cedo. Ele é competitivo e está tendo sucesso. Só que essa falta de estrutura acaba trazendo uma série de situações indesejáveis… no relacionamento com as pessoas, pô! Não é só comigo. Isso tem sido uma constante para ele. Schumacher não é visto da forma mais simpática dentro da Fórmula 1. Ele é visto como muito estrela. O cara venceu dois grandes prêmios na vida até hoje, nada mais, e se acha um campeão do mundo, alguma coisa assim…

Tenham certeza que, se não fosse, não teria sido escolhido por vários especialistas e pilotos como um dos melhores de todos os tempos da F1.

Para os brasileiros, a condição acaba ganhando mais força. Incorporou a narrativa do “Brasil que dá certo” na época pesada do país na segunda parte da década de 80/ início de 90. A imagem de bom moço, de determinação, arrojo e vencedora foi talhada e marcou muito o público nacional. Não à toa que recebeu homenagens de chefe de estado quando seu corpo veio para o Brasil.

O Herói também Errava, Senna cometia Erros

Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva
Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva

Claro que tinha seus erros. Afinal, era humano e os cometeu várias vezes. Inclusive por muitas vezes seu arrojo e vontade eram considerados “perigosos” (a discussão de Senna com Stewart neste sentido é clássica e pode ser vista tanto no documentário como em vídeos na internet). Muitos ainda não o consideram como tão completo assim, pois seu mérito estava em ser rápido, mas não ser um “Desenvolvedor”, um estrategista. (deixe isso para Rubens Barrichelo, campeão em não ter um titulo na Formula 1, digo, campeão, por ter tentado mais que qualquer outro competidor)

Unanimidade é algo praticamente impossível.

  • Mas uma coisa é Certa:
    • Ayrton Senna acabou sendo muito mais do que um simples piloto de corridas. Tornou-se um exemplo de tenacidade e de vitória. Não à toa, sua imagem é usada para exercícios motivacionais e para muitos, é o significado de F1.

O grande aparato de mídia, que ajudou a construir essa imagem, garantiu a grande metamorfose:

  • A morte na pista,
    • A morte em ação,
      • com tudo se desenrolando para milhões de pessoas em praticamente tempo real, fez com que o brasileiro entrasse para a esfera dos mitos.
        • Morra em Ação e torne-se eterno!

Acredito que todo mundo já ouviu a frase de muita gente “parei de ver F1 quando Senna morreu”. Ela acaba comprovando para alguns a ideia de que “brasileiro só gosta de ser vencedor”. Em muitos acasos, é tragicamente verdade. Mas a chama continua acesa.

– Eu podia correr em qualquer equipe menos na Williams. Não podia correr porque o Prost tinha um veto específico contra mim. Só por isso: ele se recusava a competir comigo na mesma equipe.

E até hoje, o grande público acaba sim perguntando, quando vê um brasileiro despontando com chances de chegar na F1, a comparação acaba sendo direta:

  • Será que trata-se, este, O novo SENNA?

Senna é enorme. Mas não único. Temos sim que lembrar o que fez Emerson Fittipaldi (02 (duas) vezes campeão e construtor), Nelson Piquet (03 (três) vezes campeão em jornadas que merecem também ser lembradas – e muito! porém, bocudo e de temperamento impossível. Marca de uma pessoa, que poucos vão lembrar, como já pouco se lembra), Rubens Barrichello (campeão em não ser Campeão), Felipe Massa (apenas mais um), José Carlos Pace, Chico Landi e tantos outros. Se hoje gostamos de F1, é graças a estes caras que ajudaram a construir esta cultura.

Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva
Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva
  • Willians – Canon-Camel Renault (1991-1993)
    • A partir de 1991 a equipe Williams fecha contrato de patrocínio com a fabricante de cigarros Camel, marcando também o retorno de Nigel Mansell. A temporada de 1991 se mostra uma evolução comparada a de 1990, visto o pesado investimento em recursos eletrônicos para os seus carros, juntamente com a evolução dos propulsores Renault. A disputa acirrada entre Nigel Mansell e Ayrton Senna marca essa temporada, sendo que um erro, contudo, cometido pelo britânico no Grande Prêmio do Japão lhe privou do título de pilotos consagrando a equipe vice-campeã de pilotos e vice-campeã de construtores. Entretanto, a temporada de 1992 marca o retorno do domínio da equipe com uma larga margem de vitórias de Mansell, com domínio da suspensão ativa e dos motores Renault, garantindo finalmente seu título de campeão de pilotos de forma antecipada, e o vice-campeonato para Riccardo Patrese, além do título de construtores. Em 1993 Nigel Mansell sai da equipe para ingressar na categoria CART e Riccardo Patrese anuncia sua ida para equipe Benetton. Nos respectivos lugares ingressam o francês Alain Prost e o britânico Damon Hill. A temporada é novamente marcada pelo domínio da equipe, havendo contudo uma disputa acirrada entre os pilotos Ayrton Senna e Alain Prost, além da disputa de construtores com as equipes McLaren e Benetton. Alain Prost, contudo, sagra-se tetracampeão, anunciando sua saída definitiva da categoria. A equipe finaliza campeã de pilotos e construtores e encerra o patrocínio com a Canon e a Camel.
  • Williams Canon-Camel Renault (1991-1993)
    • A partir de 1991 a equipe Williams fecha contrato de patrocínio com a fabricante de cigarros Camel, marcando também o retorno de Nigel Mansell. A temporada de 1991 se mostra uma evolução comparada a de 1990, visto o pesado investimento em recursos eletrônicos para os seus carros, juntamente com a evolução dos propulsores Renault. A disputa acirrada entre Nigel Mansell e Ayrton Senna marca essa temporada, sendo que um erro, contudo, cometido pelo britânico no Grande Prêmio do Japão lhe privou do título de pilotos consagrando a equipe vice-campeã de pilotos e vice-campeã de construtores. Entretanto, a temporada de 1992 marca o retorno do domínio da equipe com uma larga margem de vitórias de Mansell, com domínio da suspensão ativa e dos motores Renault, garantindo finalmente seu título de campeão de pilotos de forma antecipada, e o vice-campeonato para Riccardo Patrese, além do título de construtores. Em 1993 Nigel Mansell sai da equipe para ingressar na categoria CART e Riccardo Patrese anuncia sua ida para equipe Benetton. Nos respectivos lugares ingressam o francês Alain Prost e o britânico Damon Hill. A temporada é novamente marcada pelo domínio da equipe, havendo contudo uma disputa acirrada entre os pilotos Ayrton Senna e Alain Prost, além da disputa de construtores com as equipes McLaren e Benetton. Alain Prost, contudo, sagra-se tetracampeão, anunciando sua saída definitiva da categoria. A equipe finaliza campeã de pilotos e construtores e encerra o patrocínio com a Canon e a Camel.
Lembremos sim de Senna
Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva
Dia do Trabalho e também 26 anos sem Ayrton Senna da Silva

Com todas suas qualidades e defeitos. Respeitando seus feitos e defeitos. Sempre lembrando que, antes de Senna, era um Silva. Um homem muito especial, fora de série no que fazia e que virou parte da família de muitos. E vários adoram odiar. Mas querendo ou não, um dos grandes. Obrigado, Ayrton.

– Ayrton Senna salvou a minha vida. Ayrton, mais uma vez, obrigado. Você sempre vai estar com a gente – diz Érik Comas no reclame, enquanto caminha pelo circuito belga de Spa-Francorchamps, onde aconteceu a demonstração de solidariedade do ídolo brasileiro.

Ayrton Senna salvou a minha vida
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Mais Informações na Internet
  • HALL OF FAME – Formula 1 – Ayrton Senna
    • He streaked through the sport like a comet, an other-worldly superstar whose brilliance as a driver was matched by a dazzling intellect and coruscating charisma that illuminated Formula One racing as never before. No one tried harder or pushed himself further, nor did anyone shed so much light on the extremes to which only the greatest drivers go. Intensely introspective and passionate in the extreme, Ayrton Senna endlessly sought to extend his limits, to go faster than himself, a quest that ultimately made him a martyr but did not diminish his mystique.
  • AYRTON SENNA – Mclaren Racing F1
    • Ayrton Senna, arguably the greatest F1 driver of them all, drove a total of 161 Grands Prix, amassing an impressive 41 wins throughout his career. Ayrton drove for McLaren between 1988 and 1993 winning the F1 World Championships in 1988, 1990 and 1991. Remembering the great Ayrton Senna, we’ve also taken the opportunity to take a look at the career of McLaren’s founder Bruce McLaren, who was born in 1937 with a career encompassing 101 Grands Prix with 4 wins.
Memória viva: de 'S' a 'Senna Sempre', Williams mantém tributo desde 1995
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