Leucemia: dos Sintomas ao Tratamento e tem Cura?: Quem já não ouviu falar da Leucemia? Tipo de Câncer que por característica prejudica a capacidade do organismo de produzir células sanguíneas saudáveis. Começa na medula óssea, o centro mole de vários ossos. É aqui, que novas células sanguíneas são produzidas.

Leucemia: dos Sintomas ao Tratamento e tem Cura?

Temos conhecimento hoje da existência de três tipos principais de Células Sanguíneas:

  1. Glóbulos Vermelhos
    Transportam oxigênio dos pulmões para os tecidos do corpo e levam dióxido de carbono aos pulmões
  2. Plaquetas
    Ajudam a coagular o sangue
  3. Glóbulos Brancos
    combatem infecções, vírus e doenças
Leucemia Infancia Adolescencia
Leucemia: dos Sintomas ao Tratamento e tem Cura?

Leucemia geralmente se refere ao câncer de glóbulos brancos. Tende a afetar um dos dois principais tipos de Glóbulos Brancos:

  • Linfócitos e
  • Granulócitos.

Essas células que viajam e circulam pela corrente sanguínea do corpo humano e também pelo sistema linfático para ajudar o corpo no Combate a: Vírus, Infecções e outros organismos invasores. Leucemia decorrente de linfócitos cancerígenos é chamada leucemia linfocítica; leucemia de granulócitos cancerígenos é chamada leucemia mielóide ou mielóide.

A Leucemia é:

  • Leucemia Aguda
    ocorre de repente ou
  • Leucemia Crônica
    dura muito tempo.

A leucemia aguda afeta adultos e crianças. A leucemia crônica raramente afeta crianças.

Pode ocorrer leucemia devido a anomalias genéticas exposição a radiação e produtos químicos, como Benzeno (lembra da aposentadoria especial) (encontrado na gasolina sem chumbo) e outros hidrocarbonetos exposição a agentes usados ​​para curar ou controlar outros cânceres, incluindo mas não se limitando à radiação.

Aonde o Médico Hematologista pode Atuar

Para você entender melhor o que faz um Médico Hematologista SP, ele além de cuidar das doenças do sangue também pode atuar em outros locais como bancos de sangue, laboratórios, e clinicas.

Endereço Hematologista SP: Cj 402, R. Apeninos, 429 – Paraíso, São Paulo – SP, 01533-000, Brasil
Telefone Hematologista SP: +55 11 3207-8008

Geralmente não é Herdada

A leucemia geralmente não é herdada. Tende a acontecer com pessoas sem histórico familiar da doença. Porém, algumas formas de leucemia, como a leucemia linfocítica crônica, atingem parentes próximos na mesma família.

Leucemia Aguda

Nas pessoas que desenvolvem leucemia aguda, os glóbulos brancos imaturos se multiplicam rapidamente na medula óssea. Com o tempo, eles expulsam células saudáveis. Isso pode causar sangramentos ou infecções inesperados ou excessivos. Quando os glóbulos brancos cancerígenos atingem altos números, eles podem se espalhar para outros órgãos, causando danos. Isto é especialmente verdade na leucemia mielóide aguda.

Assista a esta animação publicada no YouTube, mostrando e apresentando o desenvolvimento da doença passo à passo.

Os dois principais tipos de leucemia aguda envolvem diferentes tipos de células sanguíneas:

A leucemia linfocítica aguda é o tipo mais comum de leucemia em crianças. Afeta principalmente os menores de 10 anos, embora os adultos às vezes o desenvolvam. A leucemia linfocítica aguda ocorre quando as células primitivas formadoras de sangue chamadas linfoblastos se reproduzem sem desenvolver células sanguíneas normais. Essas células anormais aglomeram células sanguíneas saudáveis. Eles podem se acumular nos gânglios linfáticos e causar inchaço.

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Qual a Diferença entre Hematologia e Oncologia?

A leucemia mielóide aguda é responsável por metade dos casos de leucemia diagnosticados em adolescentes e em pessoas na faixa dos 20 anos. É a leucemia aguda mais comum em adultos. A leucemia mielóide aguda ocorre quando células primitivas formadoras de sangue, chamadas mieloblastos, se reproduzem sem desenvolver células sanguíneas normais. Os mieloblastos imaturos aglomeram a medula óssea e interferem na produção de células sanguíneas normais. Isso leva à anemia, uma condição na qual uma pessoa não possui glóbulos vermelhos suficientes. Também pode levar a sangramentos e hematomas (devido à falta de plaquetas no sangue, o que ajuda o sangue a coagular) e infecções frequentes (devido à falta de glóbulos brancos protetores).

Tanto a leucemia linfocítica aguda quanto a leucemia mielóide aguda têm muitos subtipos. O tratamento e o prognóstico podem variar um pouco, dependendo do subtipo.

Leucemia Crônica

Leucemia crônica é quando o corpo produz muitas células sanguíneas que são apenas parcialmente desenvolvidas. Essas células geralmente não podem funcionar como células sanguíneas maduras. A leucemia crônica geralmente se desenvolve mais lentamente e é uma doença menos dramática que a leucemia aguda. Existem dois tipos principais de leucemia crônica:

A leucemia linfocítica crônica é rara em pessoas com menos de 30 anos. É mais provável que ela se desenvolva à medida que a pessoa envelhece. A maioria dos casos ocorre em pessoas entre 60 e 70 anos de idade. Na leucemia linfocítica crônica, os linfócitos anormais não conseguem combater a infecção tão bem quanto as células normais.

Essas células cancerígenas vivem na medula óssea, no sangue, no baço e nos gânglios linfáticos. Eles podem causar inchaço, que aparece como glândulas inchadas.

Pessoas com leucemia linfocítica crônica podem viver muito tempo, mesmo sem tratamento. Na maioria das vezes, a leucemia linfocítica crônica é descoberta quando uma pessoa faz um exame de sangue de rotina que mostra altos níveis de linfócitos. Com o tempo, esse tipo de leucemia pode exigir tratamento, especialmente se a pessoa tiver infecções ou desenvolver uma contagem alta de glóbulos brancos.

A leucemia mielóide crônica ocorre com mais frequência em pessoas entre 25 e 60 anos. Na leucemia mielóide crônica, as células anormais são um tipo de célula sanguínea chamada células mielóides.

Tanto a leucemia linfocítica crônica quanto a leucemia mielóide crônica têm subtipos. Eles também compartilham algumas características com outras formas de leucemia. O tratamento e o prognóstico podem variar dependendo do subtipo.
Formas mais raras de leucemia

Leucemias linfáticas e mielógenas são as mais comuns. No entanto, o câncer de outros tipos de células da medula óssea pode se desenvolver. A leucemia megacariocítica surge dos megacariócitos, células que formam plaquetas. (As plaquetas ajudam a coagular o sangue.) Outra forma rara de leucemia é a eritroleucemia. Surge de células que formam glóbulos vermelhos. Como leucemias crônicas e agudas, formas raras da doença podem ser categorizadas em subtipos. O subtipo depende de quais marcadores as células carregam em sua superfície.

Sintomas – Começo, Desenvolvimento e Terminal

Sinais Da Leucemia Ignorados Por Muitos

Os primeiros sintomas da leucemia incluem:

  • Febre,
  • Fadiga,
  • Ossos ou
    • Articulações Doloridos,
  • Dores de Cabeça (Não Enxaqueca),
  • Erupções Cutâneas,
  • Glândulas Inchadas (gânglios linfáticos)
  • Perda de peso inexplicável
  • Sangramento ou gengivas inchadas
  • Baço ou
  • Fígado aumentados ou
  • Sensação de Plenitude Abdominal
  • Cortes de cicatrização lenta,
    • sangramentos nasais ou
    • contusões frequentes

Leucemia não ignore os sintomas

Às vezes, a leucemia pode demorar um pouco para diagnosticar, porque muitos de seus sintomas acompanham a gripe e outros problemas médicos comuns.

“Perguntei ao Médico quando ia morrer”, revelou a atriz Susana Vieira ao descobrir Leucemia

Segundo publicação na coluna de Patricia Kogut, no O Globo, diagnosticada com leucemia há (03) três anos (a informação foi revelada pelo colunista do Jornal O Dia Leo Dias, esta semana), Susana Vieira vem mantendo silêncio sobre a doença. Mas falou pela primeira vez a revista semanal da rede globo de televisão “Fantástico”.

A jornalista Poliana Abritta esteve na casa da atriz, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio, gravando com ela em uma tarde de sexta-feira, 16 em 2018.

Susana disse que está tranquila e a Doença, sob controle. Mas que, no início, se assustou:

A primeira coisa que perguntei ao médico foi quando eu vou morrer.

A atriz afirmou que leva uma vida normal e até já aceitou um convite para voltar a trabalhar no ano que vem. Ela também contou detalhes do apoio que teve da família e falou sobre como seus cachorros ajudaram na recuperação.

Diagnóstico da Leucemia

O seu médico pode não suspeitar de leucemia apenas com base nos seus sintomas. No entanto, durante o exame físico, ele pode descobrir que você tem linfonodos inchados ou aumento do fígado ou do baço. Os exames de sangue de rotina, especialmente a contagem de células sanguíneas, podem produzir resultados anormais.

Nesse ponto, seu Médico pode e irá solicitar alguns outros Exames, que pode ser ou os incluídos abaixo:

  • Exames de Sangue (hemograma)
    para verificar se há células anormais
  • uma biópsia da medula óssea
    uma amostra da medula óssea é removida e examinada
  • testes para anormalidades genéticas

Os testes genéticos podem ajudar a determinar exatamente que tipo de leucemia você possui. Esses testes sofisticados também podem oferecer pistas sobre como você responderá a uma terapia específica.

Fevereiro Laranja - Leucemia
Fevereiro Laranja – Leucemia

Como saber se a Leucemia está Avançada?

Como todas as células do sangue, as células da leucemia percorrem todo o corpo.

LEUCEMIA: SINTOMAS DE ALERTA

Dependendo do número de células tumorais, e do local onde estas células se depositam, uma pessoa com leucemia pode apresentar sintomas variados.

Os sintomas comuns de leucemia, incluem:

  • Febre e Suores noturnos.
  • Infecções Frequentes (procure o Infectologista SP de confiança).
  • Sensação de Fraqueza ou Cansaço.
  • Dor de Cabeça.
  • Sangrar e fazer nódoas negras (hematomas) facilmente: gengivas que sangram, manchas arroxeadas na pele, ou pequenas pintas vermelhas sob a pele.
  • Dor nos ossos e articulações.
  • Inchaço ou desconforto no abdómen (em consequência do aumento do baço).
  • Gânglios inchados, especialmente os do pescoço e das axilas.
  • Perda de peso (não proposital e sem alterações na rotina).

Estes sintomas não são necessariamente sinônimo de leucemia. Uma infecção, ou qualquer outro problema, também pode causar estes sintomas. Se apresentar estes sintomas, deve consultar o médico, logo que possível. Só o médico pode diagnosticar e tratar o problema.

Nas fases iniciais da leucemia crônica, as células tumorais funcionam quase normalmente. Os sintomas podem não aparecer, durante muito tempo. Muitas vezes, o médico descobre a leucemia crônica durante um exame de rotina, isto é, antes de existirem quaisquer sintomas.

Quando surgem os sintomas, estes são geralmente ligeiros, no início, e vão piorando, gradualmente.

Na leucemia aguda, os sintomas surgem e pioram rapidamente. A pessoa vai ao médico porque se sente doente. Outros sintomas da leucemia aguda são:

  • Vômitos,
  • Confusão,
  • Perda do Controle muscular e
  • Convulsões.

As células tumorais podem, ainda, depositar-se nos testículos, provocando inchaço. Algumas pessoas também desenvolvem feridas nos olhos ou na pele. A leucemia também pode afetar o aparelho digestivo, os rins, os pulmões ou outras partes do corpo.

Tratamento da Leucemia

O tratamento da leucemia visa eliminar os glóbulos brancos cancerígenos. Mas isso geralmente significa matar glóbulos brancos saudáveis ​​e prejudicar a capacidade do corpo de combater infecções.

Leucemia Aguda Tratamento

O tratamento da leucemia aguda não depende de quão longe a doença avançou, mas da condição da pessoa. A pessoa acabou de ser diagnosticada com a doença? Ou a doença voltou após a remissão (um período em que a doença é controlada)?

Leucemia

Para leucemia linfocítica aguda, o tratamento geralmente ocorre em fases:

  1. Fase 1 usa quimioterapia no hospital para tentar controlar a doença.
  2. Fase 2 continua a quimioterapia, mas em nível ambulatorial, para manter a doença em remissão. Isso significa que a pessoa retorna ao hospital para tratamento, mas não fica da noite para o dia.
  3. Fase 3 usa diferentes quimioterápicos para impedir que a leucemia entre no cérebro e no sistema nervoso central. A quimioterapia pode ser combinada com terapia de radiação.
  4. Fase 4 envolve exames físicos regulares e exames laboratoriais após o tratamento da leucemia para garantir que ela não retorne.

Se a leucemia linfocítica aguda retornar, doses diferentes de vários medicamentos quimioterápicos são usadas para combater a doença. Vários anos de quimioterapia podem ser necessários para manter a leucemia em remissão. Algumas pessoas podem receber um transplante de medula óssea.

Com leucemia mielóide aguda, o tratamento geralmente depende da idade e da saúde geral da pessoa. Depende também da contagem de células sanguíneas. Como na leucemia linfocítica aguda, o tratamento geralmente começa com a terapia de indução, em um esforço para enviar a leucemia à remissão. Quando as células de leucemia não podem mais ser vistas, a terapia de consolidação é iniciada. O transplante de medula óssea também pode ser considerado no plano de tratamento.

Leucemia Crônica Tratamento

O tratamento da leucemia linfocítica crônica começa com a determinação da extensão do câncer. Isso é chamado de teste. Existem cinco estágios da leucemia linfocítica crônica:

  1. estágio 0:
    Excesso de Linfócitos no Sangue, mas nenhum outro sintoma
  2. estágio I:
    Linfonodos estão inchados porque muitos linfócitos estão sendo produzidos
  3. estágio II:
    Linfonodos, baço e fígado estão inchados, porque muitos linfócitos estão sendo produzidos
  4. estágio III:
    A anemia se desenvolveu porque os linfócitos estão eliminando os glóbulos vermelhos no sangue.
  5. estágio IV:
    Existem poucas plaquetas no sangue. Os linfonodos, baço e fígado podem estar inchados. Anemia pode estar presente.

O tratamento da leucemia linfocítica crônica depende do estágio da doença, bem como da idade e da saúde geral da pessoa. No estágio 0, o tratamento pode não ser necessário, mas a saúde da pessoa será monitorada de perto. No estágio I ou II, a observação (com monitoramento rigoroso) ou quimioterapia é o tratamento usual. No estágio III ou IV, a quimioterapia intensiva com um ou mais medicamentos é o tratamento padrão. Algumas pessoas podem precisar de um transplante de medula óssea.

Para a leucemia mielóide crônica, medicamentos conhecidos como inibidores da tirosina quinase tornaram-se terapia padrão, especialmente para pessoas nos estágios iniciais da doença. Eles corrigem os defeitos químicos nas células cancerígenas que lhes permitiram crescer de maneira incontrolável. O uso dessas terapias direcionadas melhorou drasticamente o prognóstico para muitas pessoas com leucemia mielóide crônica.

Fontes Internacionais de Referencia

 

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